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Sarkozy volta à cena política na França e quer revanche

Corrida dentro do movimento conservador em torno da candidatura presidencial está a todo vapor

29 nov 2014 - 18h56
(atualizado às 19h06)
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Ex-presidente francês Nicolas Sarkozy em evento político antes de eleição interna do partido UMP. 25/11/2014
Ex-presidente francês Nicolas Sarkozy em evento político antes de eleição interna do partido UMP. 25/11/2014
Foto: Philippe Wojazer / Reuters

O ex-presidente francês Nicolas Sarkozy foi eleito novamente para chefiar o partido conservador UMP. Ele está determinado a conseguir uma revanche contra o atual presidente socialista, François Hollande.

Nicolas Sarkozy planeja a sua volta ao Palácio do Eliseu. Com uma clara maioria de 64,5%, o ex-presidente francês foi eleito em Paris, neste sábado (29/11), para presidir novamente o partido conservador UMP (União por um Movimento Popular).

O ex-chefe de Estado já havia presidido o partido de 2004 a 2007. Com a vitória eleitoral, Sarkozy tem também as melhores chances para ser o candidato de seu partido nas eleições presidenciais de 2017. Ele poderá então reconquistar a chefia do Palácio do Eliseu do atual presidente socialista, François Hollande, e vingar a sua derrota eleitoral de 2012.

A corrida dentro do movimento conservador em torno da candidatura presidencial está a todo vapor. O concorrente mais forte de Sarkozy dentro do partido é o prefeito de Bordeaux e ex-primeiro-ministro, Alain Juppé. Um duelo entre os dois está sendo esperado para as primárias dos conservadores.

UMP em crise

O partido UMP está em crise desde a derrota de Sarkozy em 2012 contra François Hollande. Lutas de poder, brigas em torno da orientação política, problemas financeiros e escândalos abalam as estruturas dos conservadores. O partido foi presidido temporariamente por três ex-primeiros-ministros: Juppé, François Fillon e Jean-Pierre Raffarin.

Sarkozy anunciou pretender mudar o nome do partido. Entre os franceses, o ex-chefe de Estado goza de pouca popularidade. Ele também está envolvido em diferentes escândalos, que podem vir a complicar a sua candidatura.

Deutsche Welle A Deutsche Welle é a emissora internacional da Alemanha e produz jornalismo independente em 30 idiomas.
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