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Crise na Venezuela

Trump nega guerra dos EUA com a Venezuela e descarta eleições nos próximos 30 dias

Presidente dos Estados Unidos afirmou que a guerra é contra o tráfico de drogas

5 jan 2026 - 22h13
(atualizado às 22h56)
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Resumo
Donald Trump negou que os EUA estejam em guerra com a Venezuela, afirmando que o confronto é contra o tráfico, enquanto Nicolás Maduro enfrenta acusações nos EUA e Delcy Rodríguez assume a presidência interina sem previsão de novas eleições no país.
Governo Trump viu 'dancinhas' de Maduro como provocação antes de autorizar ataque à Venezuela, diz jornal:

Donald Trump negou que os Estados Unidos estejam em guerra com a Venezuela, após militares de seu país invadirem Caracas e capturarem Nicolás Maduro na madrugada do último sábado, 3. De acordo com o presidente norte-americano, a guerra é contra o tráfico de drogas.

"Não, não estamos. Estamos em guerra com quem vende drogas. Estamos em guerra com pessoas que esvaziam suas prisões em nosso país, que esvaziam seus viciados em drogas e que esvaziam seus hospitais psiquiátricos em nosso país”, disse em entrevista à NBC News

A declaração foi dada no mesmo dia em que o presidente venezuelano participou de sua primeira audiência no tribunal federal de Nova York. Preso provisoriamente no Centro de Detenção Metropolitano do Brooklyn, ele é acusado de conspiração narcoterrorista, conspiração para importação de cocaína, posse de metralhadoras e dispositivos destrutivos e conspiração para possuir metralhadoras e dispositivos destrutivos.

Diante do Tribunal, Maduro negou as acusações: "Sou inocente. Não sou culpado. Sou um homem decente, o presidente do meu país", disse ele, por meio de um intérprete.

Sem Maduro, sua vice, Delcy Rodríguez, assumiu a presidência da Venezuela. Os Estados Unidos, porém, têm acompanhado de perto a situação do país sul-americano, principalmente por conversas entre o secretário de Estado, Marco Rubio, e ela, conforme explicou Trump.

Quem é Delcy Rodríguez, presidente interina da Venezuela ameaçada por Trump:

A grande dúvida, contudo, é quanto ao prazo para que novas eleições sejam convocadas em território venezuelano. Quanto ao tema, Trump descartou um novo pleito nos próximos 30 dias.

"Primeiro precisamos consertar o país. Não dá para ter eleição. Não há a menor chance de as pessoas sequer votarem. Vai levar um tempo. Precisamos cuidar para que o país se recupere", explicou o chefe de Estado norte-americano.

Apesar da colaboração de Rodríguez com os Estados Unidos, Trump garantiu que não houve acordo de pessoas do ‘círculo íntimo’ de Maduro para retirá-lo do poder.

Para os próximos passos da Venezuela, o presidente norte-americano afirmou que o país pode subsidiar a reconstrução da infraestrutura energética do petróleo venezuelano. Segundo ele, esse projeto pode levar menos de 18 meses para ser concluído.

"Acho que podemos fazer isso em menos tempo, mas vai custar muito dinheiro. Uma quantia enorme terá que ser gasta, e as companhias petrolíferas vão gastar, e depois serão reembolsadas por nós ou através da receita", detalhou.

O presidente norte-americano também explicou que um grupo de autoridades composto por  Pete Hegseth - secretário de Defesa -, Stephen Miller - vice-chefe de gabinete da Casa Branca - e JD Vance - vice-presidente - irá supervisionar o trabalho dos Estados Unidos na Venezuela.

"É um grupo que abrange tudo. Eles têm conhecimentos diversos, conhecimentos diferentes", disse, antes de responder que, apesar do grupo, a palavra final para as decisões será sua.

Trump acompanha ação norte-americana contra a Venezuela
Trump acompanha ação norte-americana contra a Venezuela
Foto: Reprodução/X/@WhiteHouse
Fonte: Portal Terra
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