Meu Deus? Fezes em piscina de ondas causam revolta
Caso de fezes em piscina de ondas interrompe atração, provoca tumulto entre banhistas e gera indignação nas redes sociais
Uma cena inusitada e revoltante marcou a sexta-feira (2) no parque aquático DiRoma, em Caldas Novas (GO). Banhistas que aproveitavam a piscina de ondas foram surpreendidos pela presença de fezes na água, o que causou pânico, correria e a interrupção imediata da atração. O episódio rapidamente chamou a atenção de quem estava no local e também ganhou repercussão nas redes sociais.
Segundo o Metrópoles, assim que o material foi identificado, funcionários do parque aquático isolaram a área e deram início ao procedimento de limpeza. Um trabalhador utilizou um equipamento específico para retirar o excremento exatamente no ponto indicado. A cena foi acompanhada por dezenas de pessoas fora da piscina, que chegaram a comemorar no momento em que o resíduo foi removido da água.
A tatuadora Josy Dias, de 42 anos, moradora de Uruaçu (GO), estava na piscina no momento do ocorrido e registrou o tumulto em um vídeo publicado no TikTok. As imagens ultrapassaram a marca de 500 mil visualizações e geraram uma onda de comentários indignados sobre higiene e segurança em parques aquáticos.
"Foi tudo muito rápido. As pessoas começaram a gritar, muita gente saiu da água ao mesmo tempo e a piscina não foi desligada, então as ondas atrapalhavam quem queria sair", relatou Josy Dias, que concedeu o depoimento enquanto acompanhava a movimentação dos funcionários.
Segundo a banhista, após o procedimento de limpeza, a atração teria sido reativada mais tarde. A reportagem entrou em contato com o parque aquático DiRoma para comentar o episódio, mas não obteve retorno até a última atualização deste texto.
Falta de protocolos claros pode colocar banhistas em risco?
O episódio levanta questionamentos sobre os protocolos de segurança e higiene adotados em grandes parques aquáticos, especialmente em períodos de alta temporada, quando o fluxo de visitantes é intenso. Situações como essa exigem respostas rápidas, interrupção imediata dos equipamentos e comunicação clara com o público, a fim de evitar riscos à saúde e novos episódios de pânico coletivo.
Confira:
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