Em fórum da ONU, programas de moradia popular da gestão Ricardo Nunes ganham destaque internacional
Secretário municipal de Habitação apresenta as principais políticas urbanísticas e habitacionais da capital paulista durante o Fórum Urbano Mundial promovido pelo ONU-Habitat
A capital paulista consolidou-se como um dos grandes destaques internacionais durante a realização do Fórum Urbano Mundial, um encontro global organizado pelo ONU-Habitat com o objetivo de debater habitação, sustentabilidade e desenvolvimento urbano na cidade de Baku, no Azerbaijão. A força da representação paulistana reflete-se diretamente nas estatísticas do evento, já que, das 31 práticas brasileiras selecionadas para compor os painéis de discussão da conferência, 13 são oriundas de São Paulo. Todas foram implantadas e executadas ao longo da gestão do prefeito Ricardo Nunes.
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SP em destaque no Fórum Urbano Mundial promovido pela ONU
Para liderar a delegação paulista e apresentar esse portfólio de soluções urbanísticas, o secretário municipal de Habitação, Diogo Soares, cumpre uma extensa agenda de trabalho no fórum. Ao longo da semana, o chefe da pasta expõe os programas habitacionais que renderam à cidade o reconhecimento do ONU-Habitat como uma referência de impacto internacional em termos de moradia popular e inclusão territorial.
O gestor enfatiza o impacto direto dessas ações no cotidiano da população de baixa renda ao pontuar que "o que está sendo reconhecido aqui são políticas que chegam na vida de quem mora em São Paulo. A família que tem a casa refeita, a mulher que sai de uma situação de violência e encontra um lugar para recomeçar, o morador que finalmente regulariza o documento da casa onde sempre viveu. Esse trabalho é motivo de orgulho para a nossa gestão e para o prefeito Ricardo Nunes".
Entre os pilares estratégicos levados pela prefeitura ao Azerbaijão, ganham evidência iniciativas de grande alcance como o Programa Pode Entrar, o Pode Entrar Melhorias, as redes de acolhimento e moradia destinadas a mulheres vítimas de violência doméstica, além das frentes de regularização fundiária, reurbanização de áreas de mananciais e a requalificação urbana da região central da metrópole. Na visão de Soares, os resultados escaláveis alcançados na capital paulista servem de modelo para outras grandes cidades globais. Ele ressalta que "entre as metrópoles que enfrentam desafios parecidos com os nossos, o que conseguimos construir aqui, em escala, demonstra que a gestão do Ricardo Nunes cuida de gente."
A participação do secretário na programação oficial envolve debates de alto nível técnico e representação político-institucional. Em suas atividades, Soares representa a cidade e o país em painéis focados em governança metropolitana para habitação acessível, dividindo a bancada com lideranças de diversos continentes para buscar saídas conjuntas para a crise imobiliária global e os desafios das mudanças climáticas. Em outro momento de debate dedicado a políticas urbanas nacionais, o secretário detalha o funcionamento do Pode Entrar Melhorias, um projeto gerido pela Cohab-SP em parceria com a Sehab que atua diretamente no interior de residências autoconstruídas, reformando instalações elétricas, redes hidráulicas, acabamentos e promovendo serviços de impermeabilização para assegurar segurança e dignidade aos moradores dentro do próprio lar.
O secretário faz questão de dividir os méritos do reconhecimento internacional com o corpo técnico e os antigos gestores que pavimentaram o caminho para a consolidação das políticas públicas atuais da secretaria. Ele reforça que "esse reconhecimento da ONU-Habitat vem de um trabalho contínuo na área habitacional, que começou com o ex-secretário Sidney Cruz na Sehab, segue com a equipe que construiu comigo a Cohab e agora a Sehab, em diálogo direto com a Cohab-SP, hoje sob a presidência de Cacá Vianna, e com todas as equipes técnicas que tocam os programas no dia a dia. Política de habitação se faz a muitas mãos". Paralelamente às apresentações institucionais, a comitiva paulistana utiliza a imersão internacional em Baku para captar novas referências que possam otimizar os projetos em andamento em São Paulo, mantendo reuniões de trabalho com a cúpula do ONU-Habitat e articulando diálogos com outras prefeituras brasileiras ligadas a redes globais de sustentabilidade como o ICLEI e as Mercocidades.
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