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O que aconteceu com o comandante Felipe, que morreu após ficar meses internado

Piloto de helicóptero da Polícia Civil foi baleado em operação no RJ em março de 2025

18 mai 2026 - 01h32
(atualizado às 01h34)
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O comandante Felipe Marques Monteiro morreu aos 45 anos
O comandante Felipe Marques Monteiro morreu aos 45 anos
Foto: Reprodução/Instagram

O comandante Felipe Marques Monteiro, piloto de helicóptero da Polícia Civil baleado durante uma operação na Vila Aliança, em Bangu, na Zona Oeste do Rio, morreu neste domingo, 17, aos 45 anos, após complicações decorrentes de uma cirurgia. O policial estava internado em estado grave desde abril, quando passou por um procedimento de prótese craniana e apresentou uma série de intercorrências médicas.

Felipe havia sido atingido por um disparo durante uma ação policial realizada em março de 2025. Depois de passar nove meses internado no Hospital São Lucas, ele recebeu alta em dezembro e foi encaminhado para um centro de reabilitação. No entanto, o quadro de saúde voltou a se agravar nos últimos meses.

Segundo informações divulgadas pela esposa do policial, Keidna Marques, Felipe enfrentava uma infecção severa após complicações da cirurgia realizada no dia 20 de abril. Na sexta-feira, 15, ela afirmou que a família vivia “um momento muito difícil de lidar”.

De acordo com Keidna, o comandante apresentou alterações importantes no quadro clínico na quinta-feira, 14, e precisou de medicações mais fortes para conter a evolução da infecção.

“A infecção no corpo se agravou e ele está sendo tratado com mais antibióticos. Os profissionais seguem fazendo o melhor por ele, enquanto ele continua lutando. O caso é considerado grave”, explicou.

Ainda conforme relatos da família, o estado de saúde do policial vinha piorando desde abril. No início de maio, Felipe precisou passar por novos procedimentos para retirada de hematomas e sangramentos na cabeça, além da inserção de um dreno.

No dia 23 de abril, Keidna também publicou um histórico médico mostrando que o policial já havia enfrentado complicações semelhantes em janeiro. Ele tinha recebido alta em dezembro do ano passado, em um momento de muita emoção para familiares, mas precisou retornar depois.

"Quando aquele tiro mudou tudo, começou uma luta que eu nunca imaginei viver. Foram nove meses dentro de um hospital. Dias e noites longos. Momentos difíceis. Medos silenciosos. Desafios que só quem esteve ali conhece.  Houve fases. A primeira foi sobreviver. Depois vieram as cirurgias. O tempo.

E agora, uma nova etapa: a reabilitação...", escreveu a esposa na ocasião. 

A morte do comandante causou comoção entre colegas de corporação, amigos e internautas, que acompanhavam a recuperação do piloto desde o atentado sofrido durante a operação policial na Zona Oeste do Rio. A publicação sobre a morte de Felipe recebeu milhares de comentários lamentando.

"Deixo minha homenagem a ele e o abraço solidário à família". escreveu a autora Glória Perez. 

"Que ele descanse na PAZ do Senhor", disse Déa Lúcia, mãe de Paulo Gustavo.

"Sinto muito, ele foi um guerreiro! Muita força pra você e toda a família", lamentou a ex-BBB Mariana Felício. 

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