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Maia: pautar MP do auxílio pode ser alternativa para impasse

Aliados do governo vêm adotando a obstrução dos trabalhos de forma, entre outros pontos, a impedir a análise da MP 1.000

27 out 2020 14h33
| atualizado às 14h37
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O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou nesta terça-feira que pautar a MP que prorroga o pagamento do auxílio emergencial até o fim do ano, mas no valor de 300 reais, pode ser uma "alternativa" ao impasse gerado pela obstrução da Casa, reforçada pela base do governo.

Presidente da Câmara, Rodrigo Maia 
03/09/2020
REUTERS/Adriano Machado
Presidente da Câmara, Rodrigo Maia 03/09/2020 REUTERS/Adriano Machado
Foto: Reuters

Aliados do governo vêm adotando a obstrução dos trabalhos de forma, entre outros pontos, a impedir a análise da MP 1.000, que prorroga o pagamento do auxílio, para evitar o constrangimento e a pressão para elevar o valor de 300 reais em período eleitoral. Já a oposição vem se recusando a votar as demais propostas enquanto essa MP não for a voto.

Maia lembrou que o governo precisará de um ambiente mais calmo e de ao menos 308 votos para aprovar matérias de seu interesse, caso da chamada Proposta de Emenda à Constituição (PEC) emergencial, que trará gatilhos para o teto de gastos, medidas do pacto federativo e ainda tratará da criação do Renda Cidadã, programa de distribuição a substituir o Bolsa Família.

O presidente da Câmara considerou ainda "inevitável" uma convocação do Congresso durante o recesso parlamentar para votar essa PEC e garantir ainda a votação do Orçamento antes de março.

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