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Quem são os técnicos de enfermagem presos por matar pacientes em hospital no DF

Os óbitos das vítimas ocorreram em 17 de novembro e 1º de dezembro de 2025; suspeitos foram presos na segunda-feira, 19

20 jan 2026 - 11h49
(atualizado às 13h04)
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Resumo
Três técnicos de enfermagem foram presos por assassinar pacientes no Hospital Anchieta, em Taguatinga, DF, usando doses altas de medicamentos; dois confessaram os crimes.
 Marcos Vinícius Silva, principal executor, Amanda Rodrigues de Sousa e Marcela Camilly Alves  são os três técnicos de enfermagem suspeitos de matarem pacientes na UTI do Hospital Anchieta, um dos mais tradicionais do DF
Marcos Vinícius Silva, principal executor, Amanda Rodrigues de Sousa e Marcela Camilly Alves são os três técnicos de enfermagem suspeitos de matarem pacientes na UTI do Hospital Anchieta, um dos mais tradicionais do DF
Foto: Reprodução/TV Globo

Três técnicos de enfermagem suspeitos de terem assassinado três pacientes que estavam internados no Hospital Anchieta em Taguatinga, no Distrito Federal, foram presos na segunda-feira, 19. Nesta terça-feira, 20, eles tiveram as identidades confirmadas pela Polícia Civil do Distrito Federal e pelo Conselho Regional de Enfermagem do Distrito Federal (Coren).

Os envolvidos no homicídio são: Amanda Rodrigues de Sousa, de 28 anos; Marcos Vinícius Silva Barbosa de Araújo, de 24 anos; e Marcela Camilly Alves da Silva, de 22 anos.

Marcos Vinícius Silva Barbosa de Araújo, que também é estudante de fisioterapia, é apontado como o principal executor dos crimes. Ele confessou em depoimento à Polícia Civil na segunda-feira, 19. Marcela Camilly também confessou participação. 

Segundo a investigação, o homem injetou doses altas de um medicamento nos pacientes. Em uma das vítimas, ele também injetou desinfetante na veia. Os óbitos ocorreram em 17 de novembro e 1º de dezembro de 2025.

Durante coletiva de imprensa realizada na manhã de segunda-feira, o delegado Wisllei Salomão se limitou a informar que as vítimas são uma professora aposentada, de 75 anos; um servidor público de 63 anos e um homem de 33 anos.

As vítimas tinham idades, histórias e quadros clínicos diferentes, mas, segundo os investigadores, todas apresentaram piora súbita pouco antes da morte.“Eles foram mortos pela ação de quem deveria estar cuidando deles”, declarou o delegado. 

Em nota, o Hospital Anchieta informou que demitiu os três auxiliares e acionou a Polícia Civil após um comitê interno ter analisado as “circunstâncias atípicas” em que os três pacientes que estavam internados na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) morreram.

A motivação para os crimes não foi esclarecida pela Polícia Civil.

Fonte: Portal Terra
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