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Maior fundo soberano do mundo exclui Vale e Eletrobras

Fundo norueguês administra US$ 1,15 trilhão em ativos

13 mai 2020 - 10h36
(atualizado às 11h24)
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O Banco Central da Noruega excluiu a Vale e a Eletrobras do fundo soberano do país, que administra US$ 1,15 trilhão em ativos, por motivos ambientais e de direitos humanos.

Banco Central da Noruega citou rompimento de barragens para excluir Vale
Banco Central da Noruega citou rompimento de barragens para excluir Vale
Foto: EPA / Ansa - Brasil

A medida foi anunciada nesta quarta-feira (13) e tira duas das principais empresas brasileiras dos investimentos feitos pelo maior fundo soberano do planeta.

Segundo comunicado oficial, a Vale foi excluída após uma avaliação do risco de "contribuição para graves danos ambientais", como resultado de "repetidos rompimentos de barragens", em referência aos desastres de Mariana (19 mortos) e Brumadinho (259 mortos e 11 desaparecidos).

O conselho-executivo do Banco Central da Noruega também considerou que a Eletrobras "contribui para sistemáticas violações dos direitos humanos" no desenvolvimento da Hidrelétrica de Belo Monte, no Pará. Também foram excluídas as empresas canadenses Canadian Natural Resources, Cenovus Energy, Suncor Energy e Imperial Oil e a egípcia ElSewedy Electric.

No ano passado, o Parlamento norueguês endureceu as regras do fundo soberano para reduzir suas posições em empresas poluidoras. Ele foi criado em 1990 para reinvestir os ganhos do Estado com a exploração de petróleo e gás e tem hoje participação em mais de 9,2 mil companhias, controlando 1,5% do mercado acionário global.

Ansa - Brasil
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