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Lula critica guerras comerciais na cúpula da Celac

Petista disse que tarifas arbitrárias 'desestabilizam economia'

9 abr 2025 - 17h51
(atualizado às 18h01)
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O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), criticou nesta quarta-feira (9) as "tarifas arbitrárias" e a guerra comercial em seu discurso na cúpula dos países da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac), realizada em Tegucigalpa, em Honduras.

    "Tentativas de restaurar antigas hegemonias pairam sobre nossa região. A liberdade e a autodeterminação são as primeiras vítimas de um mundo sem regras multilateralmente acordadas. Migrantes são criminalizados e deportados sob condições degradantes. Tarifas arbitrárias desestabilizam a economia internacional e elevam os preços. A história nos ensina que guerras comerciais não têm vencedores", afirmou.

    O mandatário também alertou para o risco de perda de soberania na região diante das disputas geopolíticas. Ele declarou que "a Comunidade Latino-Americana e Caribenha corre o risco de regressar à condição de zona de influência em uma nova divisão do globo entre superpotências".

    "É preciso resgatar o espírito plural e pragmático que nos uniu no início dos anos 2000 e que levou à criação da Unasul e da própria Celac", acrescentou Lula.

    Em um trecho que pode ser interpretado como um recado ao empresário Elon Musk, proprietário da rede social X, o petista alertou que "indivíduos e empresas poderosas que se consideram acima da lei investem contra a soberania dos países".

    O discurso, que teve cerca de 13 minutos de duração, foi feito durante o plenário comandado pela presidente hondurenha, Xiomara Castro, que exerce até hoje a presidência temporária do bloco latino-americano. .

Ansa - Brasil
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