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Bloco Tarado Ni Você celebra cinema nacional e mantém tom político: 'Isso transcende'

Inspirado na obra de Caetano Veloso e começando no encontro da Avenida Ipiranga com a Avenida São João, o bloco completa 12 anos em 2026

14 fev 2026 - 13h20
(atualizado às 14h56)
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O sucesso global do cinema brasileiro recebe homenagem no Tarado Ni Você, megabloco de Carnaval que espera lotar as ruas do Centro de São Paulo com mais de 100 mil pessoas neste sábado, 14. A concentração começou às 11h, no encontro da Avenida Ipiranga com a Avenida São João, e o bloco vai se encerrar as 15h, no Theatro Municipal.

Concentração do bloco Tarado Ni Você; festa celebra o cinema nacional.
Concentração do bloco Tarado Ni Você; festa celebra o cinema nacional.
Foto: Taba Benedicto/Estadão / Estadão

Reconhecido como um dos mais proeminentes blocos de São Paulo, o Tarado Ni Você também é um dos mais vocais. Antes de começar o cortejo, organizadores subiram ao palco para clamar o direito do povo de ocupar a cidade. "Isso é algo que nada paga, não vale dinheiro, transcende", disse a fundadora e diretora executiva do bloco, Raphaella Barcalla.

Foliãs na concentração do bloco Tarado Ni Você.
Foliãs na concentração do bloco Tarado Ni Você.
Foto: Taba Benedicto/Estadão / Estadão

O bloco havia sugerido que os foliões comparecessem com fantasias que remetessem ao cinema nacional, o que foi seguido por poucos dos presentes, fantasiados com inspiração de O Agente Secreto, Ney Matogrosso, Lampião e da própria festa do Oscar.

Cortejo do bloco Tarado ni Você na região central de São Paulo.
Cortejo do bloco Tarado ni Você na região central de São Paulo.
Foto: Taba Benedicto/Estadão / Estadão

O trajeto de pouco mais de 1 km partiu na esquina cantada nos versos de Sampa, de Caetano Veloso. Depois, percorre a Praça da República, a Avenida São Luís, a Rua Coronel Xavier de Toledo e a Rua da Consolação até chegar ao Theatro Municipal.

Com exceção de uma canção do porto-riquenho Bad Bunny, todas as músicas que formaram a trilha sonora do bloco eram brasileiras. Conduzidas pela cantora Any Gabrielly, ouviu-se Caetano Veloso, Ney Matogrosso, Gal Costa e até Marina Sena, entre outros nomes importantes da cultura nacional. Mesmo entre as fantasias, prevalecia a brasilidade. Muita gente vestida de Vani (Os Normais), Lampião e Ney Matogrosso, mas também adesivos criticando Donald Trump e exaltando a América Latina e o Brasil.

Estadão
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