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Europa tentou barrar os elétricos da China. A resposta da BYD: navios da Tailândia

A União Europeia impôs tarifas contra os carros elétricos chineses, com taxas específicas por marca. A BYD quer enviar carros a partir da Tailândia para continuar competitiva nos preços.

10 set 2025 - 14h06
(atualizado em 10/9/2025 às 10h19)
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Foto: Xataka

Os carros chineses mais baratos são vistos como uma ameaça para a indústria europeia. Pelo menos é assim que pensam os nossos reguladores, que afirmam que, sem tarifas, eles estariam competindo de forma desleal no nosso mercado.

Para tentar equilibrar a situação, foram criadas barreiras comerciais.

A solução da BYD: não enviar seus carros a partir da China.

As tarifas

Aconteceu tanta coisa no último ano que parece até que os fabricantes chineses já pagam há décadas para exportar seus carros elétricos para a Europa. Mas, na verdade, essa medida só passou a valer em 30 de outubro de 2024. Antes disso, a União Europeia aplicava o que chamavam de "direitos compensatórios", mas tudo acabou se transformando em tarifas fixas alguns meses depois.

Essas tarifas, no entanto, são variáveis. Toda importação de carros de fora da União Europeia já paga uma taxa de 10%. A esse valor, foi adicionada uma tarifa extra dependendo da marca, porque, segundo os reguladores europeus, nem todas as empresas chinesas receberam os mesmos subsídios estatais.

A SAIC, que é uma empresa estatal chinesa e se recusou a colaborar com as investigações, teve que adicionar mais 35,3% à tarifa base de 10%.

A BYD, por outro lado, foi a companhia que mais colaborou e que, aos olhos da Europa, recebeu menos benefícios do governo chinês. Ainda assim, foi penalizada com uma tarifa adicional de 17%.

O impacto

O efeito da medida foi evidente. Os carros elétricos chineses estão enfrentando dificuldade para entrar no mercado. ...

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