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Brasil registra 181.600 carros elétricos e híbridos plug-in em 2025

ABVE contabiliza 223.900 eletrificados e comemora a virada do mercado, sem incluir os híbridos leves (com eles, são 285.200 registros)

7 jan 2026 - 17h06
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Chevrolet Captiva EV 2026
Chevrolet Captiva EV 2026
Foto: GM/Divulgação

O mercado brasileiro de carros elétricos e híbridos plug-in viveu em 2025 um ponto de inflexão histórico. Pela primeira vez, os modelos plugáveis superaram a média de 15.000 unidades vendidas por mês em, consolidando a eletromobilidade da chamada nova energia como um segmento de volume crescente no país.

BEVs e PHEVs cresceram 44,6%; mercado geral só 2,4%

Somados, elétricos puros (BEV) e híbridos plug-in (PHEV) avançaram de 125.600 unidades em 2024 para 181.600 em 2025, um acréscimo de 56.000 veículos em apenas um ano — crescimento de 44,6% apurado pela ABVE, muito acima da alta de 2,4% do mercado total, segundo a K.Lume.

O crescimento foi liderado pelos híbridos plug-in, cujas vendas saltaram de 64.000 para 101.400 unidades. Já os elétricos puros avançaram de 61.600 para 80.200 veículos, mantendo trajetória consistente de expansão mesmo com desafios de infraestrutura e custo.

Segundo a ABVE, os números confirmam que 2025 representou um ano de virada para a eletromobilidade no Brasil. Para Ricardo Bastos, presidente da entidade, o desempenho chama atenção pelo contexto econômico.

“São números muito expressivos. Eles indicam que os eletrificados crescem num ritmo muito superior ao do conjunto do mercado, mesmo em um cenário macroeconômico mais adverso, como foi o do segundo semestre do ano passado”, afirmou Bastos.

O presidente da ABVE também destacou a evolução histórica do segmento. “Em 2016, comemorávamos 1.091 veículos eletrificados vendidos. Em 2025, chegamos a 223.912 unidades considerando todos os tipos de eletrificados”, disse. Todos os tipos, na contagem da Associação Brasileira do Veículo Elétrico não incluem os híbridos leves.

ABVE e Anfavea divergem sobre o que são eletrificados

Com eles (que são considerados pela Anfavea), o total de eletrificados salta de 223.900 para 285.200 unidades.

Os híbridos convencionais (HEV) também mantiveram trajetória positiva, com avanço de 35.600 para 42.300 unidades. Já os híbridos leves (MHEV) registraram o salto mais expressivo do mercado, crescendo de 16.200 para 61.300 veículos em um único ano — movimento que explica a diferença entre os números consolidados pela Anfavea e os dados da ABVE.

Outro fator decisivo para a consolidação do mercado foi o início da produção nacional em SKD de veículos elétricos e híbridos plug-in. Em 2025, o Brasil passou a montar modelos dessas categorias com a entrada em operação das fábricas da GWM em Iracemápolis, da BYD em Camaçari e da Comexport no polo multimarcas de Horizonte, com a montagem dos Chevrolet Spark e Captiva, da GM.

O avanço da produção local, mesmo em SKD, reforça a leitura de que elétricos e híbridos plug-in deixaram de ser tendência para se tornar uma frente estrutural da indústria automotiva brasileira, com maiores chances de produção mais avançadsa no futuro. Mais do que um pico pontual, 2025 estabelece um novo patamar para os veículos recarregáveis no país.

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