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Brignone leva 2º ouro nas Olimpíadas e faz Itália igualar recorde de pódios

Azzurra garantiu as mesmas 20 medalhas de Lillehammer-1994

15 fev 2026 - 10h51
(atualizado às 10h56)
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Menos de um ano depois de se recuperar de uma gravíssima lesão na perna, a esquiadora italiana Federica Brignone, de 35 anos, conquistou sua segunda medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Inverno de Milão e Cortina d'Ampezzo. Além disso, a atleta ajudou o país a igualar o recorde de 20 pódios estabelecido em Lillehammer-1994.

Adversárias de Brignone se ajoelharam na frente da italiana após nova medalha de ouro
Adversárias de Brignone se ajoelharam na frente da italiana após nova medalha de ouro
Foto: ANSA / Ansa - Brasil

No slalom gigante feminino, prova que exige precisão e velocidade, Brignone concluiu suas duas descidas no Centro de Esqui Alpino Tofane, em Cortina d'Ampezzo, em 2min13s50, superando a sueca Sara Hector e a norueguesa Thea Louise Stjernesund por 0s62. As escandinavas dividiram a medalha de prata.

Apesar da histórica conquista da esquiadora italiana, o triunfo tirou o bronze das mãos da compatriota Lara Della Mea, uma das surpresas da disputa. Sofia Goggia, por sua vez, terminou na 10ª posição, enquanto a americana Mikaela Shiffrin ficou em 11º lugar.

O ouro de Brignone no slalom gigante elevou o total de pódios da Azzurra para 20, igualando o feito dos Jogos Olímpicos de Lillehammer, em 1994. Com sete ouros, três pratas e 10 bronzes, a equipe italiana consolidou a segunda posição no quadro de medalhas, atrás apenas da Noruega.

Essa é a quinta medalha olímpica de Brignone, que já havia conquistado uma prata (Pequim 2022) e um bronze (Pyeongchang 2018) no slalom gigante, além de um bronze no combinado (Pequim 2022). Seu primeiro ouro em Milão-Cortina foi no super-G.

No início de abril do ano passado, no entanto, ela sofreu múltiplas fraturas na perna esquerda durante uma prova na Itália e viu sua participação em Milão-Cortina ser ameaçada. Brignone voltou a competir apenas em novembro, 237 dias após passar por uma cirurgia complexa, e utilizou os dois meses seguintes para recuperar a melhor forma. .

Ansa - Brasil
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