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Pilotos lamentam estado do Autódromo de Jacarepaguá

18 jul 2010 - 16h25
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O Autódromo Internacional Nelson Piquet, no Rio de Janeiro, palco de memoráveis corridas de automobilismo nem de longe lembra o legendário circuito, onde nomes como Emerson Fittipaldi, José Carlos Pace e Ayrton Senna fizeram das tardes de domingo, algo inesquecível para os fãs do esportes, não somente cariocas, mas de todas as partes do país.

Ginetta G50 ganhou em sua primeira prova disputada na Itaipava GTBR4
Ginetta G50 ganhou em sua primeira prova disputada na Itaipava GTBR4
Foto: Fernanda Freixosa / Divulgação

Sofrendo com o descaso das autoridades municipais e estaduais, o circuito que já abrigou inúmeras provas não apenas da Fórmula 1, mas da motovelocidade, passando pela Fórmula Truck, Stock Car, Racing Festival e a extinta Fórmula Ford, já teve seus dias de glória com os módulos das arquibancadas recebendo um público superior a 80 mil torcedores em suas acomodações.

Atualmente o que se vê é muito mato e estrada vicinais emburacadas com lama e água por todos os cantos nos acessos aos portões do Autódromo Internacional Nélson Piquet. Dentro, o panorama não é diferente. Muitas das dependências precisam de reforma urgente, incluindo os boxes e banheiros. "O traçado ainda é ótimo, mas o Autódromo necessita de manutenção", lamentou o piloto paulista William Freire, 29 anos, há 10 competindo em carros de corrida.

No final da noite deste sábado, dia 17, um incidente quase ganhou contornos de uma tragédia, justamente nos boxes onde estava alinhado o carro do piloto, um potente Ginetta G50, que Freire divide na pilotagem com Marçal Melo. "Nós estávamos na sala de imprensa quando soubemos que por muito pouco, o carro não tinha sido atingido durante uma vistoria técnica. Onde seria retirado combustível para análise".

Felizmente, a equipe de resgate e a brigada de incêndio evitaram que um mal maior acontecesse. Um dos integrantes da equipe de resgate acabou chamuscado e socorrido a tempo. Segundo o piloto William Freire, inacreditavelmente o incêndio teria começado numa todama com fios a mostra, sem condições de uso.

Fonte: Especial para Terra
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