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Leilão de Libra: Ministro da Justiça diz que esquema de segurança funcionou

21 out 2013 - 17h44
(atualizado às 18h02)
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Soldados da Força Nacional de Segurança Pública são vistos durante confronto com manifestantes no Rio de Janeiro. O Brasil está pronto para vender nesta segunda-feira os direitos de produção de sua maior descoberta de petróleo, em um leilão que provocou protestos nacionalistas, mesmo que a maioria das grandes petroleiras estrangeiras tenha optado por ficar fora da disputa. 21/10/2013
Soldados da Força Nacional de Segurança Pública são vistos durante confronto com manifestantes no Rio de Janeiro. O Brasil está pronto para vender nesta segunda-feira os direitos de produção de sua maior descoberta de petróleo, em um leilão que provocou protestos nacionalistas, mesmo que a maioria das grandes petroleiras estrangeiras tenha optado por ficar fora da disputa. 21/10/2013
Foto: Sergio Moraes / Reuters

O esquema de segurança em torno do hotel Windsor Barra no qual ocorreu o leilão do Campo de Libra funcionou conforme o previsto, na avaliação do ministro da Justiça, José Eduardo Cardoso. Cerca de 1.100 integrantes das Forças Armadas, da Polícia Federal e da Força Nacional de Segurança isolaram um grande perímetro em torno do hotel, evitando que os manifestantes contra o leilão se aproximassem, recorrendo por vezes ao uso da força e de bombas e de balas de borracha.

"Foi um trabalho que deu excelentes resultados. Existiu uma ação dissuasória, praticada pela Força Nacional, por meio de expedientes normais em situações dessa natureza. Foi um planejamento muito bem feito, sob o comando do Ministério da Defesa e com a integração das forças do Ministério da Justiça. Acho que mostrou um padrão de excelência na segurança deste evento, que é tão importante para o País", disse Cardoso ao final do leilão.

Manifestantes recuam com a ofensiva da Força Nacional:

Perguntado se o uso de armamento como bombas de efeito moral e gás lacrimogêneo, além de balas de borracha foi realmente necessário, o ministro respondeu que as forças as utilizaram apenas dentro da necessidade do momento.

"As informações que nós temos é que buscou-se evitar um confronto maior e, para isso, quando foi necessário, houve essa intervenção. Não temos nenhuma informação de situação que tenha passado das regras e dos padrões de procedimento".

Cardoso avaliou que os confrontos partiram dos manifestantes, quando tentaram furar o cerco das forças de segurança. Um pequeno grupo, inclusive, conseguiu ultrapassar a primeira barreira da Força Nacional de Segurança, o que ocasionou uma reação imediata, com o uso de bombas de gás, disparadas inclusive sobre a praia.

Manifestantes quebram ponto de ônibus na Barra:

"É impossível, em uma situação dessa natureza - sem que se possa detalhadamente examinar - avaliar os fatos. A informação que nós recebemos é que manifestantes tentaram romper a linha de contenção e que todos foram devidamente avisados que não poderiam ultrapassar. Aí é óbvio que as forças não podem permitir que o leilão seja colocado em risco. É uma situação que temos de ter claro que a liberdade de manifestação existe e tem que ser garantida, mas a segurança do evento também tinha que ser garantida."

Segundo o relações públicas do Exército, coronel Roberto Itamar, um militar da Força Nacional de Segurança foi ferido com uma pedrada, três manifestantes feridos foram atendidos pelos bombeiros e não houve nenhum preso ou detido.

Agência Brasil Agência Brasil
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