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Haddad reitera desejo de participar de campanha de Lula e diz que busca convencer presidente

3 fev 2026 - 09h55
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O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, repetiu nesta terça-feira que não pretende ser candidato na eleição deste ano, preferindo participar da campanha à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ao mesmo tempo que ‌disse que não se pode acusá-lo de não fazer "sacrifícios", afirmando que buscará convencer Lula de que pode ‌ajudar mais na campanha.

Ministro da Fazenda, Fernando Haddad
24/09/2025. REUTERS/Adriano Machado
Ministro da Fazenda, Fernando Haddad 24/09/2025. REUTERS/Adriano Machado
Foto: Reuters

Em entrevista à BandNews FM, Haddad foi indagado sobre o que faria se Lula lhe disser que entende que ele ajuda mais seu projeto disputando o governo de São Paulo e afirmou estar tratando do assunto com o presidente.

"Eu estou conversando com o presidente sobre isso. Vamos ‍ver quem convence quem", afirmou.

Haddad, que já disse que deixará o comando da Fazenda neste mês, voltou a dizer que prefere estar na campanha à reeleição de Lula e disse entender que é o que tem de melhor a oferecer para o presidente.

"Eu gostaria de ‌participar da campanha do presidente. É isso que eu acho que ‌posso fazer de melhor, porque eu penso que nós temos que elaborar um bom plano para os próximos quatro anos", disse.

"É como eu me vejo colaborando mais", acrescentou.

Lideranças petistas, como a ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, têm cobrado publicamente que Haddad seja candidato ao governo de São Paulo ou a uma vaga ao Senado pelo Estado, apontando a necessidade de dar a Lula um palanque sólido no maior colégio eleitoral do país.

Na entrevista, Haddad disse que "sempre fui" um bom soldado do projeto petista e rebateu a ideia de que não está disposto a fazer "sacrifícios".

O ministro lembrou que foi candidato à reeleição na prefeitura de São Paulo em 2016, na época do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff em que havia um grande sentimento contra o PT, e que foi candidato à Presidência no lugar de Lula em 2018, quando o atual presidente estava inelegível, em um momento em que, segundo o ministro, "ninguém queria".

Haddad foi derrotado ainda em primeiro turno em 2016 por João Doria, então no PSDB, e perdeu a eleição de 2018 no segundo turno ‌para Jair Bolsonaro.

Em 2022, Haddad teve mais uma derrota eleitoral, dessa vez na disputa pelo governo paulista para Tarcísio de Freitas (Republicanos), que tem afirmado que disputará a reeleição, apesar de seu nome ser o preferido de agentes do mercado financeiro para enfrentar Lula na eleição presidencial.

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