Dívida pública federal sobe 0,04% em agosto, para R$9,293 trilhões, diz Tesouro
A dívida pública federal subiu 0,04% em agosto, atingindo R$ 9,293 trilhões, segundo o Tesouro Nacional. O avanço foi puxado pelos juros de R$ 88,39 bilhões, parcialmente compensados pelo resgate líquido de R$ 84,43 bilhões. No período, o endividamento interno recuou 0,05% (R$ 8,944 trilhões), enquanto o externo avançou 2,41% (R$ 348,26 bilhões). Já a reserva de liquidez, voltada ao pagamento de compromissos, recuou 11,89% em relação a julho, fechando o mês em R$ 1,208 trilhão.
A dívida pública federal do Brasil teve variação positiva de 0,04% em agosto ante julho, para R$9,293 trilhões, informou o Tesouro Nacional nesta segunda-feira.
No período, a dívida pública mobiliária federal interna (DPMFi) somou R$8,944 trilhões, com variação negativa de 0,05%, enquanto a dívida pública federal externa (DPFe) atingiu R$348,26 bilhões de reais, com alta de 2,41% no mês.
Conforme o Tesouro, do total da dívida pública federal no final de agosto, 20,31% correspondiam a títulos prefixados, 23,22% a títulos vinculados a índices de preços, 52,74% a papeis com taxas flutuantes e 3,74% a papeis cambiais.
Em agosto, a variação positiva de 0,04% deveu-se, conforme o Tesouro, "à apropriação positiva de juros, no valor de R$88,39 bilhões, neutralizado, em parte, pelo resgate líquido, no valor de R$84,43 bilhões".
O órgão informou ainda que a reserva de liquidez da dívida pública -- uma espécie de "colchão" para o pagamento dos compromissos -- caiu 11,89% em termos nominais em agosto sobre julho, para R$1,208 trilhão. Na comparação com agosto de 2025, a reserva de liquidez aumentou 6,49%.
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