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Streaming perde força e vinil e CD passam a ser vistos como investimento

Relatório britânico aponta alta do mercado físico

13 fev 2026 - 13h44
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Streaming perde força e vinil e CD passam a ser vistos como investimento
Streaming perde força e vinil e CD passam a ser vistos como investimento
Foto: The Music Journal

Mesmo com o domínio das plataformas digitais, o mercado de música física segue em expansão. Um relatório da britânica Key Production Group projeta crescimento até 2026, destacando a valorização do vinil em edições premium.

O principal protagonista é o vinil, que segue firme como favorito entre colecionadores e admiradores da experiência analógica. A tendência é de expansão constante, com lançamentos caprichados, capas elaboradas e séries limitadas que elevam o disco ao status de peça exclusiva. Para as gravadoras, abre-se um caminho promissor: monetizar novamente catálogos antigos por meio de relançamentos especiais, agregando valor a obras que voltam ao mercado com apelo renovado.

CD mostra sinais claros de resistência frente ao streaming

O vinil pode liderar a conversa, mas não está sozinho. O CD, que muitos já tratavam como ultrapassado, mostra que ainda tem fôlego. Os dados indicam procura consistente em públicos específicos, principalmente entre quem gosta de manter a coleção física organizada e valoriza o encarte, a capa e o objeto em si. Para o setor, isso significa vendas regulares que, mesmo longe dos números do streaming, ajudam a sustentar uma base previsível de receita.

Outra reviravolta envolve as fitas cassete. Dadas como extintas há anos, elas reaparecem em projetos independentes e lançamentos especiais. O formato ganhou status alternativo, impulsionado por artistas que exploram a estética retrô como forma de se destacar. O volume de vendas é modesto, mas o simbolismo é forte. E, em música, identidade também gera valor.

Sob a ótica econômica, o relatório da Key Production Group deixa claro que os formatos físicos seguem estratégicos. Em um mercado dominado pelas plataformas digitais, vinis, CDs e cassetes funcionam como produtos de maior margem e forte apelo emocional. Para gravadoras e selos independentes, isso representa uma maneira prática de diversificar receitas e diminuir a dependência do streaming.

"Se o streaming é o presente, os discos e fitas provam que o futuro ainda guarda espaço para o toque nostálgico. E, convenhamos, nada substitui o prazer de abrir um encarte, sentir o cheiro de um vinil novo ou rebobinar uma fita só para ouvir aquele lado B esquecido", conclui o relatório da Key Production Group.

The Music Journal The Music Journal Brazil
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