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Kleber Mendonça Filho, diretor de 'O Agente Secreto', ganha frevo em Pernambuco; ouça

Paródia carnavalesca viraliza nas redes ao homenagear cineasta e exaltar o cinema pernambucano

13 fev 2026 - 09h35
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O sucesso de O Agente Secreto saiu das telas e ganhou as ladeiras do Recife. O diretor Kleber Mendonça Filho virou tema de um frevo criado pelo Coletivo Entorpecido Anárquico Inexistente Noiados da Encruzilhada, o chamado "bloco inexistente", que rapidamente caiu nas graças do público e viralizou nas redes sociais.

A música faz referência direta ao longa cotado ao Oscar e também a Bacurau, outro marco da carreira do cineasta pernambucano. Entre ironias, trocadilhos e espírito de resenha típico do carnaval, o frevo celebra o momento internacional vivido pelo cinema de Pernambuco.

Paródia do Hino da Pitombeira

O frevo é uma paródia construída sobre o arranjo do Hino da Pitombeira, composto por Alex Caldas. A letra foi escrita por Lee Pesaka, com colaboração atribuída a Paulo Jtl que, em tom bem-humorado, negou autoria nas redes sociais, creditando oficialmente o texto ao coletivo.

Logo nos primeiros versos, a canção cita a tradicional Pitombeira dos Quatro Cantos e a famosa camisa amarela que virou símbolo pop após aparecer no filme, vestida pelo personagem de Wagner Moura.

Camiseta usada por Wagner Moura em 'O agente secreto'
Camiseta usada por Wagner Moura em 'O agente secreto'
Foto: Reprodução/O Agente Secreto/CinemaScópio / Estadão

O refrão brinca com o duplo sentido da expressão "babar o ovo", usada de forma irônica para exaltar o diretor, enquanto celebra a força do audiovisual pernambucano.

Cinema local em clima de festa

Mais do que uma homenagem bem-humorada, o frevo se transforma em declaração de orgulho regional. Ao citar que "o povo já era besta antes mesmo de Bacurau", a letra reforça o reconhecimento internacional conquistado pelo cinema pernambucano nos últimos anos.

Entre sátira e celebração, a produção mostra como o sucesso de O Agente Secreto reverbera além das premiações e se mistura à cultura popular no ritmo acelerado do frevo e na irreverência do carnaval do Recife.

Estadão
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