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O código das pegadas: como cientistas agora identificam espécies "invisíveis" sem usar DNA

Tecnologia alcançou 96% de precisão

30 jan 2026 - 16h55
(atualizado em 30/1/2026 às 14h25)
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Foto: Xataka

Enquanto a conservação de grandes animais como leões e pandas domina as manchetes, uma crise silenciosa afeta os pequenos mamíferos — os verdadeiros "sistemas de alerta" da saúde do nosso planeta. Nesta quinta-feira, 29 de janeiro de 2026, pesquisadores publicaram na revista Frontiers in Ecology and Evolution uma técnica inovadora que utiliza a análise de pegadas para identificar espécies crípticas (visualmente idênticas) com até 96% de precisão.

O método oferece uma alternativa ética, barata e rápida aos testes de DNA, que costumam ser lentos e invasivos. Ao transformar rastros na areia em dados digitais, os cientistas podem monitorar a biodiversidade antes que ecossistemas inteiros se desintegrem sem que ninguém perceba.

O desafio das espécies crípticas

Muitos pequenos mamíferos desempenham funções ecológicas vitais e distintas, apesar de parecerem gêmeos aos olhos humanos. O estudo focou em duas espécies de sengi (também conhecido como musaranho-elefante) na África do Sul: o sengi-das-rochas-oriental e o sengi-do-mato.

Embora quase impossíveis de distinguir visualmente, uma espécie vive apenas em terrenos rochosos e a outra em solos arenosos. Cada uma reage de forma diferente a ameaças ambientais.

Mesmo que os corpos sejam parecidos, os pés não são. Usando um software de alta resolução e inteligência artificial, os cientistas identificaram nove características únicas nas pegadas frontais que revelam a identidade exata do animal.

Os animais foram atraídos com iscas de ...

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