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Adeus aos enxertos tradicionais: brasileira de 16 anos desenvolve pele artificial capaz de acelerar a regeneração celular e tratar queimaduras graves

Projeto criado no ensino médio foi premiado na maior feira científica estudantil do mundo

29 jan 2026 - 15h07
(atualizado às 16h22)
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Foto: Xataka

Enquanto muitos adolescentes ainda estão descobrindo o que querem ser no futuro, uma jovem brasileira de apenas 16 anos já está ajudando a repensar como a medicina trata pacientes com queimaduras graves. A partir de um projeto desenvolvido ainda no ensino médio, ela criou uma proposta de pele artificial voltada à regeneração celular, com potencial para reduzir custos, acelerar a recuperação de pacientes e minimizar riscos associados aos enxertos tradicionais.

A ideia inovadora nasceu no ambiente escolar, a partir de um projeto desenvolvido ainda no ensino médio, mas não demorou muito até cruzar fronteiras e ganhar reconhecimento internacional. Em 2025, a jovem foi premiada na Regeneron International Science and Engineering Fair (ISEF), a maior feira científica estudantil do mundo, realizada entre os dias 10 e 16 de maio do mesmo ano em Columbus, Ohio, nos Estados Unidos. O projeto rendeu à jovem o Prêmio Mary Kay Inc., no valor de US$750, e colocou uma pesquisa desenvolvida no ensino médio brasileiro entre os projetos premiados em uma das principais competições científicas do mundo.

Jovem brasileira propõe alternativa aos enxertos usados no tratamento de queimaduras

O ponto de partida da pesquisa de Sofia foi a observação de um problema frequente na área da saúde pública: os enxertos de pele, muito utilizados no tratamento de queimaduras de segundo e terceiro grau, ainda apresentam alto custo, risco de rejeição e dependência de doadores, o que limita o acesso ao procedimento ...

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