Hora de trocar o colchão: sinais de que ele já cumpriu seu papel

Dores ao acordar, cansaço constante e noites mal dormidas podem ter mais a ver com o colchão do que você imagina

5 fev 2026 - 13h02

Acordar cansado mesmo após horas de sono não é normal. Dores nas costas, no pescoço ou nos ombros também merecem atenção. Na maioria das vezes, o problema não está no tempo dormido. Está na qualidade do descanso.

Dores ao acordar e cansaço constante podem ser um alerta
Dores ao acordar e cansaço constante podem ser um alerta
Foto: Shutterstock / Alto Astral

Quando o colchão perde sustentação, o corpo se adapta. E essa adaptação acontece em posições prejudiciais à coluna.

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Com o tempo, o impacto aparece no bem-estar diário. E no humor, na disposição e na saúde.

Dormir mal é mais comum do que parece

Os dados reforçam o alerta. No Brasil, três em cada dez pessoas relatam dificuldades para dormir.

Além disso:

  • 20% dos adultos dormem menos de seis horas por noite.

  • O índice é ainda maior entre as mulheres.

Esses números mostram algo importante. Cuidar do sono é cuidar da saúde. E o colchão é parte central desse processo.

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Por que o desgaste nem sempre é visível

Segundo Jeziel Rodrigues, da Anjos Colchões & Sofás, o colchão é um dos itens mais negligenciados da casa.

O desgaste acontece por dentro. E nem sempre aparece a olho nu.

Com o tempo, o colchão perde a capacidade de sustentar a coluna. O corpo, então, passa a compensar durante o sono.

Isso gera tensão muscular. E compromete o descanso profundo.

Sinais claros de que está na hora da troca

Alguns alertas não devem ser ignorados. Eles indicam que o colchão já cumpriu seu papel.

Fique atento se você percebe:

  • Afundamentos ou deformações visíveis.

  • Dores musculares ou na coluna ao acordar.

  • Sensação constante de cansaço.

  • Rangidos ou instabilidade, em colchões de mola.

  • Crises alérgicas mais frequentes.

Colchões antigos acumulam ácaros e poeira. Isso afeta diretamente a saúde respiratória.

A densidade certa muda tudo

Nem muito macio, nem duro demais. A densidade do colchão precisa combinar com seu corpo.

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Ela deve ser escolhida de acordo com:

  • Peso.

  • Altura.

  • Posição em que você dorme.

Uma densidade inadequada compromete a postura. E pode agravar problemas ortopédicos com o tempo.

Como escolher o colchão ideal

Existem vários tipos no mercado. Molas, espuma, látex e diferentes níveis de firmeza.

Cada modelo tem vantagens e limitações. Por isso, testar é essencial.

Dicas práticas:

  • Vá a lojas especializadas.

  • Deite-se por alguns minutos.

  • Teste a posição em que costuma dormir.

  • Observe como o colchão reage ao seu peso.

Esse contato faz diferença. E evita escolhas erradas.

Tecnologia também ajuda a dormir melhor

O mercado evoluiu. Hoje, colchões vão além do conforto.

Alguns modelos oferecem:

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  • Tecidos com tratamento antiácaro.

  • Sistemas de ventilação.

  • Tecnologias voltadas à recuperação do corpo.

Esses recursos favorecem o descanso. E contribuem para noites mais restauradoras.

Dormir bem é autocuidado

Trocar o colchão não é luxo. É cuidado com o corpo e com a mente.

Quando o sono melhora, tudo melhora. Inclusive a forma como você vive o dia.

Pergunta final: Seu colchão ainda cuida de você ou já está pedindo aposentadoria?

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