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Microcomunidades: 6 formas de conexão para grupos pequenos

Seis práticas para fortalecer laços e experiências compartilhadas

13 jan 2026 - 14h42

Comunicadora e estrategista de influência, Kaká Marinho, compartilha dicas para criar encontros intimistas que promovem pertencimento

Em meio à rotina acelerada, ao excesso de telas e às timelines infinitas, muitas pessoas sentem falta de conversas profundas e das relações de verdade. É nesse cenário que surgem as microcomunidades, pequenos grupos que se reúnem para compartilhar interesses, trocar experiências e apoiar uns aos outros.

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Foto: Revista Malu

Além de fortalecer laços pessoais, esses encontros têm grande potencial para marcas. Pequenos grupos engajados permitem construir confiança genuína e relevância. "Enquanto muitas campanhas buscam números, os encontros pequenos criam engajamento real e confiança que não se compra", afirma Kaká Marinho, comunicadora e estrategista de influência. Para ela, o valor está na experiência compartilhada e na conexão verdadeira, que transforma participantes em defensores autênticos de causas ou marcas.

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Para quem quer criar ou se engajar em microcomunidades, Kaká, que atua como líder desses pequenos grupos, separou seis práticas para estreitar laços e promover conexões significativas:

1. Jantares ou cafés intimistas

Reunir poucas pessoas em torno de uma refeição cria ambiente acolhedor, facilita a conversa espontânea e fortalece a conexão emocional.

2. Rodas de conversa temáticas

Escolher um tema em comum, livros, filmes, hobbies ou experiências de vida, incentiva troca de ideias e aprendizado mútuo.

3. Atividades colaborativas

Oficinas, projetos artísticos ou ações voluntárias permitem vivenciar resultados juntos e reforçam o senso de pertencimento.

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4. Grupos de apoio ou escuta

Espaços pequenos e seguros incentivam a vulnerabilidade, ajudam a compartilhar desafios e oferecem suporte emocional.

5. Encontros periódicos curtos

Mesmo encontros semanais ou quinzenais mantêm o vínculo ativo e fortalecem laços ao longo do tempo.

6. Passeios e experiências coletivas

Caminhadas, piqueniques ou visitas culturais promovem convivência leve e divertida, reforçando a sensação de comunidade.

Segundo Kaká, o que faz a diferença não é apenas a atividade, mas o cuidado e a atenção dedicados às relações. "Enquanto a internet acelera, as comunidades desaceleram. E é aí que surge a profundidade. O que importa é estar presente de verdade e criar experiências compartilhadas que gerem vínculos duradouros", conclui.

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