Professora morre após nadar em piscina de academia em São Paulo e reclamar da água

Polícia investiga suposto vazamento de cloro

8 fev 2026 - 16h08
(atualizado às 18h43)
Morte é investigada por policiais do 42º DP (Parque São Lucas)
Morte é investigada por policiais do 42º DP (Parque São Lucas)
Foto: Reprodução/Google Street View

A morte de uma professora de 27 anos após frequentar a piscina de uma academia na zona leste de São Paulo passou a ser investigada pela Polícia Civil. O caso ocorreu no bairro Parque São Lucas e envolve a suspeita de exposição a substâncias químicas usadas no tratamento da água.

Segundo o registro policial, Juliana Faustino Bassetto utilizava a piscina no sábado (7) acompanhada do marido quando ambos perceberam alterações incomuns na água, como cheiro e gosto diferentes do habitual. Após a atividade, os dois passaram a apresentar sintomas de mal-estar.

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O casal procurou atendimento médico no Hospital Santa Helena, em Santo André. Durante a internação, o estado de Juliana se deteriorou rapidamente, culminando em uma parada cardíaca. Ela não resistiu. O marido segue internado em estado grave na mesma unidade.

A investigação ganhou um novo desdobramento após um adolescente de 14 anos apresentar sintomas semelhantes depois de usar a mesma piscina. O jovem está hospitalizado na região da Vila Alpina, e o caso foi incorporado ao inquérito. Outras 3 pessoas também relataram mal estar. Não há informações sobre o estado de saúde delas.  

A Secretaria da Segurança Pública informou que a apuração, conduzida pelo 42º Distrito Policial (Parque São Lucas), busca esclarecer se houve falha no controle químico da piscina, incluindo a possibilidade de vazamento ou dosagem inadequada de cloro. Laudos técnicos e perícias ainda aguardam conclusão.

Fonte: Portal Terra
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