Após capturar Nicolás Maduro, Donald Trump ameaçou o regime cubano, sugerindo um acordo e destacando o fim do apoio venezuelano a Cuba após ação militar dos EUA.
Após capturar o líder venezuelano Nicolás Maduro, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou suas atenções para Cuba e alertou para o governo local "fazer um acordo antes que seja tarde demais".
Em publicação na plataforma Truth Social, o republicano escreveu que a ilha caribenha "viveu, durante muitos anos, de grandes quantidades de petróleo e dinheiro da Venezuela", em troca de "serviços de segurança" para proteger Maduro e seu antecessor, Hugo Chávez.
"Mas isso acabou! A maioria desses cubanos morreu no ataque dos EUA da semana passada, e a Venezuela não precisa mais da proteção dos bandidos e chantagistas que a mantiveram refém por tantos anos", disse Trump.
Pelo menos 32 militares cubanos que integravam a segurança de Maduro foram mortos pelas forças americanas na ação que capturou o líder chavista, em 3 de janeiro.
"A Venezuela agora tem os Estados Unidos da América, o exército mais poderoso do mundo, para protegê-la, e nós a protegeremos. Não haverá mais petróleo ou dinheiro indo para Cuba ? zero. Sugiro fortemente que façam um acordo antes que seja tarde demais", acrescentou o presidente.
Em outra publicação, Trump brincou que concordaria em colocar seu secretário de Estado, Marco Rubio, americano de origem cubana, como presidente do país caribenho, que é alvo de um embargo dos EUA há quase 70 anos.
Cuba é governada por um regime socialista desde a revolução de 1959, que depôs o ditador Fulgencio Batista, apoiado pelos Estados Unidos. Desde então, a ilha teve apenas três líderes: Fidel Castro (1959-2008), Raúl Castro (2008-2018) e Miguel Díaz-Canel (desde 2018).