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Qual é a doença de Maiara? Especialista explica diagnóstico: 'Pode piorar o quadro'

Especialista em terapia capilar explica como a condição genética provoca afinamento progressivo dos fios e por que o diagnóstico ainda é cercado de tabu

1 mar 2026 - 15h06
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Após revelar o diagnóstico de alopecia androgenética, a cantora Maiara celebrou nas redes sociais o resultado do tratamento e a recuperação gradual do volume capilar. O relato trouxe visibilidade a uma condição comum, mas ainda cercada de desinformação e tabu entre mulheres.

Foto: Mais Novela

A hairstylist e especialista em terapia capilar Letícia Figueiredo explica que a alopecia androgenética é uma condição de origem genética e hormonal que provoca afinamento progressivo dos fios. "O cabelo não cai de uma vez. Ele vai ficando cada vez mais fino, mais curto e menos denso. Nas mulheres, costuma aparecer como alargamento da risca e perda de volume no topo da cabeça", afirma.

Segundo a especialista, o tema ainda é pouco discutido no universo feminino por estar diretamente ligado à autoestima. "O cabelo, para muitas mulheres, é parte da identidade e da imagem social. Diferente dos homens, em que a calvície é mais naturalizada, muitas mulheres escondem o problema por vergonha ou medo de julgamento", explica. Como o processo é gradual, muitas demoram a procurar ajuda, acreditando que se trata apenas de queda por estresse ou algo passageiro.

No relato, Maiara mencionou que procedimentos químicos frequentes e o uso precoce de apliques teriam influenciado o quadro. Letícia esclarece que esses fatores não causam a alopecia androgenética, mas podem intensificar o problema. "A base é genética. Química e aplique não criam a condição, mas podem acelerar ou agravar a percepção do afinamento", diz.

Procedimentos químicos repetidos podem fragilizar a estrutura do fio e aumentar a quebra. Já o uso constante de apliques, especialmente quando há tração excessiva, pode sobrecarregar o folículo capilar. "Isso pode causar alopecia por tração. Quando a pessoa já tem predisposição genética, essa combinação pode tornar o quadro mais evidente ou acelerar sua progressão", explica.

O tratamento, segundo a especialista, deve ser individualizado. "O objetivo é controlar a progressão e estimular a densidade dos fios", afirma. Entre as abordagens mais comuns estão o uso de minoxidil, terapias médicas prescritas por dermatologistas e procedimentos complementares, como laser de baixa intensidade e microagulhamento.

Embora não seja possível impedir completamente o avanço da condição quando há predisposição genética, o diagnóstico precoce faz diferença. "Quanto antes o tratamento começa, maiores são as chances de estabilizar o quadro e preservar os fios", reforça Letícia. Ela também recomenda reduzir agressões químicas excessivas e evitar tração constante para não somar novos fatores de risco.

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