Mark Cuban nunca teve medo de errar. Muito pelo contrário. O investidor bilionário, conhecido por sua franqueza e faro para os negócios, costuma contar seus fracassos com um sorriso de canto de boca. Durante uma conferência no South by Southwest (SXSW), ele mencionou um de seus fracassos mais memoráveis: a venda de leite em pó. Um projeto que desmoronou tão rápido quanto um castelo de cartas, por falta de um produto apetitoso. Mas, se tivesse que começar tudo de novo hoje, sua escolha seria clara: mergulharia de cabeça na inteligência artificial. "Se eu tivesse 16, 18, 20 ou 21 anos hoje, passaria cada minuto do meu tempo aprendendo sobre IA", declarou com convicção.
Por quê? Porque a IA está em toda parte, e quem a domina possui uma vantagem inestimável. O bilionário vê um enorme potencial na capacidade dos jovens de se formar nessas tecnologias e ensiná-las a outras pessoas. Tome o NotebookLM, por exemplo: um jovem empreendedor poderia aprender a utilizá-lo, oferecer demonstrações para pequenas empresas locais e cobrar 25 dólares por hora para mostrar como aumentar a produtividade delas graças à IA. "Aqueles que realmente se dedicarem vão dominar tudo", afirma. Para ele, a IA não é apenas uma tecnologia do futuro; é uma arma poderosa para se destacar e criar valor.
Mark Cuban não se limita a defender o aprendizado da IA. Ele também insiste em um elemento fundamental: a atitude. "A IA nunca é a resposta. É uma ferramenta", explica. Para ele, não é a ferramenta que faz a ...
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