O Brasil se despediu da Copa do Mundo em um jogo marcado por erros contra a Noruega. O duelo das oitavas de final teve gols perdidos e decisões contestadas de Carlo Ancelotti marcaram a derrota por 2 a 0, no MetLife Stadium, em Nova Jersey.
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A campanha chegou ao fim após empate contra Marrocos na estreia e vitórias sobre Haiti, Escócia e Japão. A eliminação marcou a pior campanha brasileira desde a queda nas oitavas de 1990, para a Argentina.
Bruno Guimarães perdendo pênalti
O desastre começou ainda no primeiro tempo. Após o árbitro marcar pênalti em Matheus Cunha, Bruno Guimarães assumiu a responsabilidade de bater. Com apenas três cobranças batidas anteriormente na carreira, o meia parou no goleiro Orjan Nyland.
O gol poderia ter dado tranquilidade para o Brasil no restante da partida, o que não aconteceu.
Endrick e Casemiro perdendo gols
Não foi só Bruno Guimarães que desperdiçou chances. No segundo tempo, quando o placar ainda marcava 0 a 0, Endrick recebeu lançamento de Vini Jr. e ficou cara a cara com o goleiro. Bastante badalado, o garoto demonstrou nervosismo e bateu para fora.
A segunda grande chance desperdiçada saiu dos pés de Casemiro. Com a Noruega vencendo por 1 a 0, Casemiro recebeu passe dentro da área de Danilo Santos e, sozinho, bateu para fora em um chute que mais ficou parecendo um cruzamento.
O ‘matador’ do outro lado
Se os brasileiros desperdiçaram chances claras, a Noruega aproveitou melhor suas oportunidades. Em três finalizações, o camisa 9 converteu duas e garantiu a classificação europeia às quartas.
Danilo na função que não é mais dele
Primeiro jogador a ser confirmado por Ancelotti entre os convocados, Danilo teve uma Copa do Mundo desastrosa. Atualmente zagueiro no Flamengo, ele foi o titular da lateral direita após a lesão de Wesley e a estreia abaixo de Ibañez.
Já sem a velocidade e o posicionamento de antes, Danilo sofreu principalmente após a saída de Rayan, que fortalecia a marcação brasileira pelo lado direito. Sem o garoto revelado pelo Vasco, as jogadas dos dois gols noruegueses saíram pelo lado direito da defesa brasileira.
Confiança repentina em Neymar após desdém no ciclo
Ao tirar Gabriel Martinelli, Ancelotti apostou na entrada de Neymar. Sem chances durante o ciclo do italiano e com apenas 14 minutos em campo contra a Escócia, o camisa 10 foi chamado como solução, mesmo estando nitidamente abaixo do ritmo do restante da equipe.
Após a entrada do craque, os noruegueses cresceram na partida e marcaram os dois gols. Neymar, porém, foi quem assumiu a responsabilidade de cobrar o pênalti que diminuiu o placar.Copa do Mundo: cinco pontos que explicam a queda da Seleção Brasileira