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Taxas dos DIs têm baixas leves acompanhando os Treasuries

25 ago 2026 - 10h03
Resumo
As taxas dos DIs operam em leve baixa nesta terça-feira, influenciadas pelo recuo dos rendimentos dos Treasuries norte-americanos, em meio ao monitoramento global das tensões entre EUA e Irã. O alívio externo favorece o mercado brasileiro, que consolida apostas de flexibilização monetária: a precificação na B3 indica 86% de probabilidade de um corte de 25 pontos-base na Selic em setembro, mantendo o viés de redução dos juros básicos.

As taxas dos DIs operavam com leves baixas nesta terça-feira, acompanhando o viés negativo dos rendimentos dos Treasuries no exterior, onde os investidores monitoram os desdobramentos do conflito entre Estados ⁠Unidos e Irã.

Às 9h50, a taxa do DI (Depósito ‌Interfinanceiro) para janeiro de 2028 estava em 13,84%, ante o ajuste de 13,883% da ‌sessão anterior. Na ponta longa ‌da curva a termo, a taxa do ⁠DI para janeiro de 2035 estava em 14,48%, ante o ajuste de 14,506%.

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Os investidores globais mantêm nesta terça-feira o Oriente Médio no radar, após os Estados Unidos ampliarem as sanções econômicas ‌ao Irã, ameaçando excluir do sistema financeiro baseado ‌em dólar os ⁠países que ⁠continuarem a negociar com Teerã.

Apesar do cenário ainda turbulento, ⁠os rendimentos dos ‌Treasuries exibem perdas ‌nesta manhã. O rendimento do Treasury de dois anos--que reflete apostas para os rumos das taxas de juros de curto prazo-- tinha ⁠queda de 2 pontos-base, a 4,219%, enquanto o retorno do Treasury de dez anos --referência global para decisões de investimento-- caía 4 pontos-base, a 4,668%.

O alívio na ‌curva de juros norte-americana influenciava o leve recuo das taxas dos DIs no Brasil, onde ⁠o mercado segue apostando em novo corte em setembro da Selic, hoje em 14,00%.

Na última sexta-feira -- atualização mais recente -- a precificação das opções de Copom negociadas na B3 indicava 86% de chance de corte de 25 pontos-base da Selic no próximo mês, contra 14,9% de manutenção da taxa básica. Para o encontro seguinte, em novembro, a precificação indicava 42,1% de probabilidade de novo corte de 25 pontos-base e 40,1% de chance de manutenção.

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