A Caixa registrou lucro líquido de R$ 3,9 bilhões no 2º trimestre, alta anual de 5,9%, impulsionada por receitas de serviços e pela carteira de crédito total, que subiu 11,9% e atingiu R$ 1,45 trilhão, puxada pelo setor imobiliário. Em contrapartida, a inadimplência acima de 90 dias avançou para 3,64%, elevando as provisões para devedores duvidosos em 97,6%, para R$ 7 bilhões, enquanto o Índice de Basileia recuou para 15,5%.
A Caixa registrou lucro líquido recorrente de R$3,9 bilhões no segundo trimestre, montante 5,9% superior ao registrado no mesmo período de 2025, segundo relatório da administração divulgado nesta quarta-feira.
De acordo com o banco estatal, o resultado do período foi acompanhado pela expansão da carteira de crédito, que encerrou o segundo trimestre de 2026 em R$1,45 trilhão, alta de 11,9% na base anual, além da captação e das receitas de prestação de serviços.
A carteira imobiliária atingiu R$1,01 trilhão, o que representa um avanço de 15,0% no ano, enquanto as carteiras comercial, de infraestrutura e de agronegócio totalizaram R$270,4 bilhões, R$110,5 bilhões e R$62,3 bilhões, respectivamente.
O índice de inadimplência acima de 90 dias total aumentou 0,98 ponto percentual em relação a um ano antes, para 3,64%, enquanto a provisão para créditos de liquidação duvidosa alcançou R$7 bilhões, um avanço de 97,6% na base anual.
O Índice de Basileia ficou em 15,5%, contra 16% no segundo trimestre de 2025.