Vamos falar de sexo?
Aos 70 anos, Marcos Oliveira, o eterno Beiçola, provocou polêmica e foi duramente criticado ao reclamar da proibição de receber visita íntima em sua casa no Retiro dos Artistas.
Surge nesse episódio um tema interessante já discutido por outros famosos: velho também faz sexo e pode falar abertamente sobre isso.
Ronnie Von, de 81 anos, revelou que gosta de fazer amor com a mulher, Kika, “a toda hora, embaixo da mesa, em cima do lustre”.
Aos 83, Susana Vieira contou que a maturidade não a fez perder o interesse sexual pelos homens. Ainda quer abraços e beijos na boca.
“Sexo é vida”. Essa afirmação é de Zezé Motta. Aos 81, ela diz ser normal sentir desejo e transar com quem quiser, sem culpa.
Bruna Lombardi, 73, argumenta que “sexo é fundamental” durante toda a vida — e fica melhor ainda quando se transa com amor.
Arlette Salles, de 87 anos, destacou a importância da hipersexualizada Copélia, do seriado Toma Lá Dá Cá, para combater o preconceito contra o idoso sexualmente ativo.
Quantos casais já transaram ao som de alguma música de Roberto Carlos: ‘Proposta’, ‘Cama e Mesa’, ‘Côncavo e Convexo’...
Aos 84, o cantor assume que gosta de viver à base de “sorvete e sexo”. Não necessariamente nesta ordem.
Com 74 anos, Vera Fischer contou na TV que faz sexo com ela mesma, ou seja, é adepta da masturbação.
Aos 66 anos, Gretchen afirma que o sexo na maturidade é melhor do que na juventude porque a pessoa já sabe do que gosta, o que quer e não tem de dar satisfação a ninguém.
Décadas atrás, a escritora francesa Simone de Beauvoir escreveu que a sociedade não aceita ver uma pessoa de 60, 70, 80, 90 anos com vida erótica porque não enxerga o corpo envelhecido como desejável.
A sexóloga Laura Müller, conhecida pelos conselhos no ‘Altas Horas’, ressaltou a revolução proporcionada pelos fármacos que combatem a disfunção erétil na vida sexual de casais maduros.
A verdade é que o desejo sexual não morre com o avanço da idade e as formas de sentir prazer podem ser adaptadas por quem chegou na maturidade.