Leggings de compressão: benefícios, cuidados e opções no mercado
O cirurgião vascular Dr. Herik Oliveira explica benefícios, limites e contraindicações antes de usar. Veja quem pode aproveitar.
Leggings de compressão podem melhorar o desempenho físico, aliviar inchaços e tratar lipedema, mas devem ser usadas com supervisão médica. Apesar dos benefícios, há contraindicações, como doenças arteriais e neuropatias. O mercado oferece várias opções que combinam tecnologia, conforto e estilo. Avaliações médicas são essenciais antes do uso. 🩺👟
A legging de compressão pode ajudar no treino, na circulação e em alguns tratamentos, mas não serve para todo mundo. O uso correto depende de indicação médica e de avaliação individual, como explica o cirurgião vascular Dr. Herik Oliveira.
Legging de compressão: como funciona
A legging de compressão é muito usada por atletas e por pessoas que passam horas em pé ou sentadas. Ela aplica pressão controlada nas pernas e pode trazer sensação de mais firmeza durante o movimento.
Segundo Dr. Herik Oliveira, o modelo ajuda na prática esportiva porque reduz a vibração muscular. Isso diminui a fadiga e o cansaço, além de favorecer a recuperação muscular.
Quem pode usar a legging?
A peça também pode ser útil em casos de lipedema. Nessa condição, ocorre acúmulo anormal de gordura, principalmente nas pernas, com dor e inchaço.
O médico explica que a terapia compressiva é um dos pilares do tratamento. Ela ajuda a reduzir o inchaço e o volume dos membros.
Além disso, a legging pode beneficiar pessoas com edema nos membros inferiores. O uso também aparece como apoio para longos períodos em pé, sentado ou em viagens prolongadas.
Limitações e cuidados
Apesar dos benefícios, a legging de compressão não deve ser usada sem orientação. A avaliação médica evita riscos e identifica se a compressão é adequada para cada caso.
Há situações em que o uso é contraindicado. Entre elas estão doenças arteriais obstrutivas periféricas, insuficiência cardíaca congestiva descompensada e feridas abertas.
Também exigem atenção infecções, dermatites com secreção e neuropatias periféricas. Nesses casos, a perda de sensibilidade pode esconder a dor causada por compressão inadequada.
Checklist antes de usar
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Verifique se há indicação médica.
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Observe se existe inchaço, dor ou desconforto nas pernas.
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Evite usar sem avaliação em casos de feridas ou infecções.
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Confirme se a compressão é compatível com seu objetivo.
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Interrompa o uso se houver dor, formigamento ou piora dos sintomas.
Opções disponíveis no mercado
Hoje, o mercado oferece leggings com propostas diferentes para treino, rotina e uso terapêutico. Entre elas, a LipLegging Blumi se destaca pela compressão inteligente, que combina pressão de repouso e de trabalho para estimular a circulação, reduzir o inchaço e aliviar a dor causada pelo lipedema.
A peça também traz microcápsulas de Aloe Vera, ativadas durante o uso. Segundo a marca, elas liberam propriedades hidratantes, anti-inflamatórias e refrescantes ao longo do dia.
Já a Legging Voltstream, da LIVE!, aposta em média compressão, liberdade de movimento e proteção UV 50+. O modelo também inclui tecnologia Easy Care, que facilita os cuidados com a peça, além de uma estampa voltada para quem busca estilo no treino.
Outra opção é a Calça Legging de Alta Compressão, da Líquido. A peça reúne ajuste firme, cós largo e tecnologia Power, com foco em sustentação, segurança e conforto durante exercícios como musculação, funcional e atividades ao ar livre.
Além disso, o modelo traz proteção UV 50+, secagem rápida e composição com poliamida e elastano.
Por fim, a Calça Legging Cós Mágico Basic Colors, da Body For Sure, aposta em compressão leve e alta elasticidade. A linha usa tecidos Atlétika e Atlétika Black, com indicação para esportes de baixo e médio impacto, além do dia a dia.
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