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Como é feito o tratamento do câncer de pele no couro cabeludo, como é o caso de Lula

Cirurgia para retirada da lesão é a principal abordagem; diagnóstico precoce evita metástase para o cérebro

25 mai 2026 - 14h49
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Pronunciamento do Lula
Pronunciamento do Lula
Foto: Reprodução via YouTube/Lula / Estadão

O câncer de pele no couro cabeludo muitas vezes demora a ser diagnosticado, já que as lesões podem ficar encobertas pelos fios de cabelo. No entanto, quando detectado, o tratamento é possível e focado na eliminação do tumor antes que ele se espalhe para outras áreas do corpo.

Nesta segunda-feira, 25, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fez a primeira sessão de radioterapia após a retirada de um câncer no couro cabeludo, em abril. O tratamento não foi informado inicialmente pelo Palácio do Planalto e só foi divulgado nesta manhã.

Remoção cirúrgica

A principal abordagem para tratar tumores no couro cabeludo é a cirurgia. O procedimento tem como objetivo a retirada total da lesão e deve ser realizado o mais precocemente possível. A doença pode ser curada na maioria das vezes se a lesão for retirada cirurgicamente antes de apresentar metástase.

Em casos de melanoma, que é o tipo mais agressivo e mortal de câncer de pele, a cirurgia exige uma margem de segurança maior. O paciente precisa passar por uma retirada ampla da pele ao redor da lesão para evitar que o tumor se infiltre em tecidos vizinhos.

Risco de metástase e quimioterapia

A região da cabeça é muito vascularizada, o que facilita a disseminação do câncer caso o tratamento atrase. Médicos alertam para o risco de metástase para o cérebro se o tumor no couro cabeludo não for diagnosticado e tratado a tempo. Para casos em que a doença já se espalhou ou para o tratamento do melanoma, existem medicamentos quimioterápicos específicos que podem ser utilizados no combate ao tumor.

Impactos do tratamento oncológico

Quando o paciente necessita de tratamentos sistêmicos, como quimioterapia, radioterapia ou imunoterapia, o couro cabeludo pode sofrer efeitos colaterais diretos. A alopecia (queda de cabelo) induzida pela quimioterapia é um dos impactos mais conhecidos. Além disso, a radioterapia na região pode causar queimaduras, radiodermite e alterações na textura da pele e dos fios.

Durante essas terapias, a pele do couro cabeludo fica mais sensível, exigindo cuidados extras como o uso de proteção solar ampla (física e química), hidratação com loções sem ureia e banhos em temperatura amena para evitar o ressecamento.

Fonte: TerrAI Texto gerado com ajuda de Inteligência Artificial a partir do acervo do Terra e editado pelo nosso time de jornalistas.
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