Quando a Geração Z se sente estressada no escritório, eles fazem uma coisa: fingem estar muito ocupados
Funcionários e chefes tem adotado a prática como estratégia para escapar da sobrecarga de trabalho
Após o fim da pandemia da COVID-19, muitos trabalhadores precisaram se readaptar à rotina presencial. No entanto, para a Geração Z, essa transição foi ainda mais desafiadora, pois, ao contrário das gerações anteriores, eles ingressaram no mercado de trabalho durante a era do trabalho remoto, sem nenhuma experiência prévia no ambiente corporativo tradicional.
Isso levou 36% dos jovens funcionários a adotar uma nova estratégia para lidar com o retorno ao escritório: o mascaramento de tarefas. Uma tática que consiste em fingir estar superocupado, sem realmente estar, para preencher o tempo livre que lhe resta após fazer o trabalho.
Mascaramento de tarefas: a arte de parecer ocupado
O fenômeno ganhou destaque à medida que as empresas exigem mais tempo no escritório, levando alguns funcionários a procurar maneiras de provar seu valor sem necessariamente aumentar sua produtividade real. Na verdade, o que está por trás dessa prática é um problema mais profundo relacionado ao gerenciamento do tempo, à carga de trabalho e à cultura corporativa.
Voltar ao escritório não tem impacto sobre a produtividade. De acordo com uma pesquisa recente realizada pela plataforma de RH Workhuman com três mil participantes nos EUA, no Reino Unido e na Irlanda, 36% dos jovens admitiram fingir que estavam trabalhando quando, na verdade, já haviam terminado o trabalho que lhes havia sido atribuído.
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