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Preta Gil quis ter mais um filho, e Bela Gil se ofereceu como barriga solidária

Primeiramente, é importante ressaltar que há diferenças entre este processo e o de barriga de aluguel; veja o que diz a especialista

18 ago 2025 - 15h27
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Na última quarta-feira (13), Bela Gil marcou presença no Saia Justa e revelou um episódio com Preta Gil, antes nunca divulgado. Em entrevista, a irmã da cantora contou que se ofereceu como barriga solidária para a realização de mais um sonho. Veja os detalhes:

Em entrevista, Bela Gil, irmã de Preta Gil, contou que se ofereceu como barriga solidária para a realização de mais um sonho
Em entrevista, Bela Gil, irmã de Preta Gil, contou que se ofereceu como barriga solidária para a realização de mais um sonho
Foto: Reprodução Instagram/@belagil / Bons Fluidos

Bela Gil se ofereceu como barriga solidária para Preta Gil

Preta Gil quis ter mais um filho, mas o desejo veio quando já era mais velha, então, para facilitar a realização, Bela Gil se ofereceu como barriga solidária. "Teve uma época que a minha irmã queria ter outro filho, e começou o processo de congelamento de óvulos, mas, por alguma questão, ela não ia poder engravidar, ou a gravidez seria de risco, alguma coisa nesse sentido. E a gente conversava muito, ela compartilhava suas questões, sempre foi de dividir com a família. Então eu falei: 'cara, mas eu posso engravidar pra você'. E ela: 'Sério? Você faria isso?'. Eu respondi: 'Óbvio!'. Mas aí a vida...seguiu, tomou seu rumo...", detalhou.

Diferente de barriga de aluguel

Primeiramente, é importante ressaltar que há diferenças entre este processo e o de barriga de aluguel. Segundo a ginecologista e obstetra, Dra. Paula Fettback, para a barriga solidária, a mulher cede seu útero temporariamente para gestar e dar à luz uma criança, que não é geneticamente sua. Já no caso da barriga de aluguel, no Brasil, não pode haver compensação financeira, diferente do que ocorre em outros países.

"Aqui, só é autorizada a cessão temporária de útero quando há impedimento médico para a gestação ou em situações em que casais homoafetivos que desejam ter filhos. A mulher que irá gestar precisa ser parente consanguínea de até quarto grau de um dos pais, ou ter autorização do Conselho Regional de Medicina caso não haja vínculo familiar", explica.

Como é feito?

Ademais, o processo envolve avaliação médica e psicológica de todas as partes, contrato formal e acompanhamento durante toda a gestação. A futura mãe ou o futuro pai biológico fornece o material genético (óvulo ou espermatozoide), para a fertilização in vitro. O embrião, então, vai para o útero da cedente, que leva a gestação até o parto.

Segundo a especialista, essa alternativa pode ser indicada em situações como ausência de útero, doenças que contraindiquem a gestação, histórico de abortamentos recorrentes sem causa tratável, além de casais masculinos ou casos específicos de casais femininos. Vale ressaltar que no Brasil, a criança nasce já com o registro no nome dos pais, e o nome da cedente do útero não consta na certidão de nascimento. Todos os custos médicos, de pré-natal e parto ficam sob responsabilidade dos pais.

Bons Fluidos
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