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Padre Fábio de Melo reflete sobre celibato e afeto: "A vida sexual de um padre existe"

Ao analisar o interesse do público sobre o tema, o sacerdote explicou que a sexualidade humana é ampla e engloba a capacidade de se comunicar, seduzir e estabelecer laços afetivos

15 mai 2026 - 10h39
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O Padre Fábio de Melo, de 55 anos, abordou publicamente os comentários e especulações que cercam sua intimidade e o celibato. Em entrevista ao podcast "Conversa Vai, Conversa Vem", o religioso defendeu que a sexualidade faz parte da trajetória de um sacerdote, embora isso não signifique a prática de uma vida genital ativa. Além disso,  ressaltou que sua escolha pelas diretrizes da Igreja foi voluntária.

Padre Fábio de Melo reflete sobre celibato e afeto
Padre Fábio de Melo reflete sobre celibato e afeto
Foto: Reprodução / Redes Sociais / Bons Fluidos

Ao analisar o interesse do público sobre o tema, o sacerdote explicou que a sexualidade humana é ampla e engloba a capacidade de se comunicar, seduzir e estabelecer laços afetivos. "A vida sexual do padre sempre gera curiosidade; estou acostumado a lidar com isso [...] Ela existe, claro, porque sexualidade é tudo que me envolve. Você pode não ter a vida genital, mas a sexualidade envolve todos os nossos afetos. Um homem que ama, uma mulher que ama, mesmo que eles não vão pra cama, aquilo é vida sexual", declarou.

Padre Fábio de Melo reflete sobre exposição na mídia

A exposição na mídia frequentemente atrai suposições sobre possíveis relacionamentos secretos com pessoas que são vistas ao seu lado. Diante de postagens e questionamentos sobre sua orientação sexual — como os comentários feitos nas redes sociais em 2025 pela ex-deputada federal Cristiane Brasil —, o padre afirmou adotar uma postura de distanciamento e serenidade.

"Vou ser sempre vítima disso e tenho consciência, mas para que vou ficar batendo boca? Para que vou ficar gritando e esbravejando, tentando convencer o outro de uma coisa que, para mim, não faz diferença. O que me ofenderia seria dizer que eu sou mau caráter, que eu roubei, que eu traí, que eu feri, que eu tratei mal alguém", desabafou. Ele concluiu reforçando que prefere focar em suas ações diárias a tentar responder aos julgamentos externos, questionando: "O que se pode dizer? Essa pessoa me conhece? Já participou da minha intimidade? Como posso reagir a isso? Da maneira como escolhi viver: fazendo o bem a quem puder. Se for interromper o que faço para cuidar de cada um que tem opinião sobre mim, não vou viver".

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