O que significa quando alguém não gosta de Carnaval, de acordo com a psicologia
Entre bloquinhos e desfiles, há quem prefira distância da festa, e a psicologia explica o que essa escolha pode revelar
Além do futebol, o Brasil é mundialmente conhecido pelo Carnaval, e não é por acaso. A festa é um dos movimentos culturais mais importantes do país e, todos os anos, milhares de pessoas aguardam ansiosamente pelos bloquinhos, fantasias e pelo feriado prolongado.
Mas, na contramão da folia, há quem simplesmente não goste da data e prefira se afastar do agito. Longe de ser apenas uma questão de gosto pessoal, essa preferência pode estar relacionada a traços de personalidade, à forma como cada um lida com estímulos intensos e até à maneira de recarregar as próprias energias, segundo a psicologia. Entenda!
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O que significa não gostar de Carnaval, segundo a psicologia?
Não gostar do Carnaval pode indicar determinados traços de personalidade, mas isso não significa, necessariamente, que a pessoa seja "chata" ou triste. Conforme explica a psicóloga Alessandra Araújo, essa escolha pode revelar um perfil mais introspectivo ou alguém que valoriza previsibilidade e rotina.
"O Carnaval é, por natureza, caótico e espontâneo. Quem prefere silêncio, organização e ambientes onde se pode ouvir a própria voz tende a se sentir deslocado em uma festa que é o oposto disso. É uma questão de temperamento: o que é 'energia' para um, é 'esgotamento' para outro", esclarece.
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