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"Não sou coitadinha": jornalista revela desafios após diagnóstico de Parkinson

O diagnóstico ocorreu em 2018. Somente alguns anos depois a jornalista Renata Capucci falou abertamente sobre o assunto e revelou como está lidando com a doença

8 abr 2025 - 16h39
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Depois de alguns anos em silêncio, a  jornalista da TV Globo Renata Capucci resolveu falar sobre o diagnóstico que mudou sua vida: a doença de Parkinson. Em uma live com a neurologista Mariana Moscovich, ela explicou os motivos de não ter falado antes sobre o assunto.

Renata Capucci revelou que tem Parkinson:"Não sou coitadinha"
Renata Capucci revelou que tem Parkinson:"Não sou coitadinha"
Foto: Reprodução / Bons Fluidos

"Esperei quatro anos para falar, porque sou jornalista, lido com a verdade e não poderia fazer uma reportagem sobre Parkinson escondendo que eu mesma tenho", revelou. "Eu não sou coitadinha. Não quero que ninguém me veja assim".

O diagnóstico

O diagnóstico ocorreu em 2018, enquanto Renata participava do programa musical Popstar. A descoberta da doença foi um momento de grande impacto e confusão para a jornalista, que precisou de tempo para processar a informação e entender como iria lidar com aquilo.

 "Eu não estava pronta para contar para as pessoas. Tinha acabado de receber o diagnóstico, estava processando tudo. Levou um bom tempo para eu digerir", confessou. Mesmo assim, ela seguiu trabalhando, enfrentando os desafios físicos e emocionais.

O que é a doença de Parkinson?

Trata-se de um distúrbio neurológico progressivo que afeta o movimento. O sintoma mais conhecido é tremor incontrolável. Além disso, o paciente apresenta lentidão nos movimentos, fadiga intensa, dores crônicas, alterações cognitivas, dificuldades emocionais e perda de equilíbrio.

"A avaliação clínica não deve se limitar aos sintomas motores, uma vez que os sinais não motores podem ser igualmente debilitantes", explica ao site Metrópoles o neurocirurgião e pesquisador da Unicamp Marcelo Valadares. "A identificação precoce e o tratamento adequado das manifestações não motoras são indispensáveis para o acompanhamento desses pacientes".

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