Uma história para lá de curiosa: o ketchup da Heinz terá que mudar o seu rótulo após a morte da rainha Elizabeth II, na última quinta-feira (08). O FLIPAR! te explica o porquê disso.
Foto: Divulgação / Heinz / Flipar
Uma história para lá de curiosa: o ketchup da Heinz terá que mudar o seu rótulo após a morte da rainha Elizabeth II, na última quinta-feira (08). O FLIPAR! te explica o porquê disso.
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Graças a uma licença chamada Royal Warrant (Mandado Real, em português), a Heinz pode estampar, nos rótulos da empresa, o brasão da Realeza. Em contrapartida a empresa precisa abastecer a Realeza gratuitamente.
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Com a morte da rainha, o brasão mudou e, claro, o rótulo vai ter que mudar também. Elizabeth II usava um brasão com o leão da Inglaterra, o unicórnio da Escócia e um escudo dividido em quatro partes. Também há a seguinte frase: "Por compromisso para Sua Majestade, a Rainha."
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Após a morte de Elizabeth II, o trono ficou com seu filho primogênito, Charles III. Ele está com 73 anos e ainda não anunciou quais serão as mudanças no brasão real.
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O Royal Warrant existe há séculos e também em outros países, como Holanda e Mônaco. No caso da Heinz,a marca é exibida apenas nos produtos do Reino Unido, na parte superior e frontal dos frascos.
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Segundo o site "Food & Wine", o todo, o Reino Unido faz cerca de 30 destas parcerias e rompe outras 30 por ano. As empresas precisam provar, a cada cinco anos, que ainda fornecem produtos ou serviços para a realeza. Assim, conseguem a manutenção da parceria.
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As empresas que pleiteiam precisam provar que serviram à Realeza de forma ininterrupta por pelo menos cinco dos últimos sete anos. Os candidatos à renovação ou para entrar no processo também precisam mostrar que estão alinhados a uma séria política ambiental.
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Outra companhia famosa com Royal Warrant é a Coca-Cola. Dubonnet, Johnnie Walker, Martini e Unilever também estão nesta lista, de acordo com o "PEGN". O dubonnet é uma marca de bebida doce, à base de vinho, que a Rainha Elizabeth II adorava.
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Além do brasão, outros itens vão mudar. O hino do Reino Unido tinha um trecho com a seguinte letra: "God Save The Queen" ("Deus Salve a Rainha"). Este também era o nome da canção. Agora, a alteração já foi feita para God Save The King (Rei).
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Bilhões de cédulas terão que ser trocadas, pois elas estampavam o rosto da falecida rainha e agora terão que estampar a foto de Charles III. Também há moedas e cédulas com o rosto de Elizabeth II no Canadá, na Nova Zelândia e na Jamaica.
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De acordo com o jornal britânico "The Guardian", o valor delas somadas chega a 80 bilhões de libras esterlinas, quase 500 bilhões de reais. A troca vai demorar cerca de dois anos, ainda segundo a publicação.
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Bandeiras, selos postais e até orações à rainha terão que se modificar em breve.
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O ketchup é um molho que serve, principalmente, para temperar alimentos fast-foods, como pizzas, cachorros quentes, hambúrgueres, sanduíches e batatas fritas. Ele data aproximadamente do início do Século XIX.
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Inicialmente, o molho ketchup era feito na China e o principal ingrediente era cogumelo. O ketchup de tomate popularizou-se nos Estados Unidos. O tempero é considerado fácil de fazer, até mesmo em casa.
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A Heinz é uma empresa privada fundada em 1869, nos Estados Unidos, por Henry John Heinz. A empresa hoje é considerada uma multinacional, com uma sede nos EUA e outra no Rio de Janeiro.
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Além do ketchup, a empresa vende outros molhos como barbecue, mostarda e maionese. A Heinz, apesar de ser conhecida pelo slogan de "57 variedades", hoje garante ter mais de 150 produtos, incluindo também alguns tipos de enlatados e outros tipos de condimentos.
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Atualmente, a empresa tem cerca de 35 mil funcionários e um lucro anual aproximado de 900 milhões de dólares, mais ou menos 5 bilhões de reais.
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Em 2013, a empresa foi vendida por 28 bilhões de dólares para dois grupos: o brasileiro 3G Capital e o americano Berkshire Hathaway. Cada um ficou com 50% das ações, mas as tomadas de decisões são dos brasileiros. Por isso, a empresa tem uma sede no Rio.
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Além da Heinz, a 3G Capital administra empresas como Lojas Americanas, Burger King e Ambev. O grupo foi fundado em 2004 por Jorge Paulo Lemann, Marcel Herrmann Telles, Carlos Alberto Sicupira, Alex Behring e Roberto Thompson Motta. Quatro deles estão entre os dez homens mais ricos do Brasil.