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Adoçante faz mal? Entenda os riscos do uso prolongado

OMS alerta para possíveis impactos do consumo frequente na saúde

20 fev 2026 - 20h42
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Afinal, adoçante faz mal? A dúvida voltou ao debate após uma diretriz recente da Organização Mundial da Saúde (OMS) alertar para possíveis riscos do consumo prolongado.

Consumo prolongado de adoçantes pode trazer riscos e exige moderação
Consumo prolongado de adoçantes pode trazer riscos e exige moderação
Foto: Shutterstock / Saúde em Dia

Muitas pessoas substituem o açúcar pelo adoçante com foco no emagrecimento. Porém, segundo a OMS, o uso contínuo pode não trazer benefícios a longo prazo.

Entender o contexto é essencial antes de mudar hábitos.

O que diz a nova orientação da OMS

A OMS afirma que os adoçantes sem açúcar não apresentam evidências consistentes de benefício para perda de peso sustentada.

Além disso, o consumo prolongado pode estar associado a:

  • Maior risco de diabetes tipo 2.

  • Doenças cardiovasculares.

  • Aumento da mortalidade em adultos.

A recomendação vale para adoçantes como sacarina, sucralose e estévia, além de produtos "light" ou "zero".

É importante destacar que associação não significa causa direta. Os estudos analisam padrões de consumo ao longo do tempo.

Por que o uso excessivo pode ser um problema

Adoçantes alteram a percepção do paladar. Quanto mais doce o hábito alimentar, maior a tendência de desejar sabores intensos.

Isso pode manter a dependência pelo sabor doce, dificultando a adaptação ao gosto natural dos alimentos.

Além disso, alguns estudos investigam impactos no metabolismo e na microbiota intestinal, embora ainda haja debate científico sobre esses efeitos.

E quem tem diabetes?

Segundo o endocrinologista Igor Barcelos, tanto açúcar quanto adoçante podem trazer impactos negativos se consumidos em excesso.

No entanto, a recomendação não se aplica da mesma forma a pessoas com diabetes.

Para esse grupo, os adoçantes podem representar alternativa mais segura que o açúcar comum, desde que orientados por profissional de saúde.

Individualidade é fundamental.

Então, o que fazer?

A principal orientação é reduzir gradualmente a necessidade de adoçar.

Algumas estratégias incluem:

  • Experimentar café sem açúcar.

  • Reduzir aos poucos a quantidade usada.

  • Priorizar alimentos in natura.

Acostumar o paladar ao sabor natural dos alimentos pode diminuir a dependência de produtos ultraprocessados.

Equilíbrio acima de extremos

Adoçante faz mal quando consumido em excesso e sem critério. Assim como o açúcar, deve ser usado com moderação.

Para quem busca emagrecimento, o ideal é acompanhamento profissional. Perda de peso saudável envolve alimentação equilibrada, sono adequado e atividade física.

A melhor escolha não é eliminar tudo de forma radical, mas construir hábitos sustentáveis

Saúde em Dia
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