As duas palavras que precisamos mudar para parar de pensar demais, de acordo com um especialista em força mental
Scott Mautz destaca que é fundamental mudar o diálogo interno para que o medo não nos paralise.
Certa vez, durante uma conversa telefônica, um homem compartilhou com seu parceiro as preocupações que tinha sobre o futuro no trabalho. Nada do que o preocupava havia, de fato, acontecido, e nem se sabia se realmente aconteceria. Ainda assim, ele ocupava a mente havia dias com possibilidades e cenários que só existiam em sua imaginação.
Esse tipo de pensamento excessivo cobra um preço alto. Pensar demais pode gerar consequências emocionais, fisiológicas e comportamentais — além de sintomas físicos, como fadiga, dores de cabeça e dificuldade para dormir. Isso sem contar os impactos psicológicos: 40% dos casos de ansiedade e 30% dos de depressão estão relacionados à ruminação mental.
A preocupação exagerada com cenários hipotéticos ou a análise excessiva de situações pode gerar ansiedade e impedir que ações necessárias sejam tomadas. Claro que refletir antes de decidir é essencial, mas isso não significa passar a noite em claro pensando em tudo o que pode dar errado — e a tendência, nesses casos, é justamente focar no que pode dar errado.
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