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Cheia histórica pode ter 'movido' bairro brasileiro para território boliviano

De acordo com a prefeitura da cidade de Brasiléia, quase 15 mil pessoas já foram afetadas pela cheia

29 fev 2024 - 21h09
(atualizado às 22h14)
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Resumo
A cidade de Brasiléia, no Acre, está enfrentando uma cheia histórica que afetou quase 15 mil pessoas e destruiu pontes, bueiros e ramais.
De acordo com a prefeitura da cidade de Brasiléia, quase 15 mil pessoas já foram afetadas pela cheia.
De acordo com a prefeitura da cidade de Brasiléia, quase 15 mil pessoas já foram afetadas pela cheia.
Foto: Reprodução/Geanfranco S Aguiar

A cidade de Brasiléia, no interior do Acre, está enfrentando uma cheia histórica. De acordo com o governo municipal, o transbordamento dos rios da região afetou quase 15 mil pessoas, entre moradores de 12 bairros e de zonas rurais. Mais de mil pessoas estão alojadas em abrigos improvisados. 

As autoridades acreditam que o bairro Leonardo Barbosa, que fica localizado nos fundos da cidade, possa ter sido 'arrastado' para o território da Bolívia. Em entrevista à CNN, a prefeita do município, Fernanda Hassem, disse que só será possível ter certeza da situação quando a água baixar, mas tudo indica que é real. 

“Nós precisamos de ajuda. Toda ação que estamos fazendo é humanitária e vamos precisar reconstruir a cidade”, diz a prefeita. “Até a minha casa está toda submersa. Eu até consegui tirar a maior parte das coisas. Na cheia do ano passado, eu perdi tudo. Minha dor é até pequena perto dos outros que perderam tudo”. 

Quase mil pessoas de comunidades locais, especialmente na Reserva Extrativista Chico Mendes, estão isoladas após a destruição de pontes, redes de bueiros e ramais. 

De acordo com a prefeitura, doações estão sendo aceitas por meio de Pix: CNPJ 04.508.933/0001-45. Em caso de dúvidas, o número (68) 99250-8970 está disponível.

De acordo com a prefeitura da cidade de Brasiléia quase 15 mil pessoas já foram afetadas
De acordo com a prefeitura da cidade de Brasiléia quase 15 mil pessoas já foram afetadas
Foto: Reprodução/Geanfranco S Aguiar
Fonte: Redação Terra
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