Script = https://s1.trrsf.com/update-1770314720/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE

Durante anos, a ciência procurou, sem sucesso, uma alternativa aos ratos de laboratório; até que descobriu as mariposas

Graças às técnicas moleculares, as mariposas atuam como "semáforos" biológicos

18 fev 2026 - 10h14
(atualizado às 14h41)
Compartilhar
Exibir comentários
Foto: Xataka

No mundo da ciência, o rato reinou supremo nos laboratórios por décadas. Contudo, seu reinado é caro, lento e, acima de tudo, eticamente complexo. É por isso que buscamos alternativas há anos, e a resposta pode não estar em um chip de silício, mas em um inseto que você provavelmente já viu se alimentando de cera de colmeia.

A descoberta revolucionária

É isso que pesquisadores da Universidade de Exeter alcançaram, atingindo um marco que promete ser um divisor de águas na luta contra as superbactérias: eles "manipularam" geneticamente larvas de mariposas para funcionarem como indicadores biológicos em tempo real.

O mais impressionante é que elas possuem até mesmo um indicador visual: brilham quando infectadas e apagam quando o tratamento está fazendo efeito.

O semáforo biológico

O estudo, publicado esta semana na revista Nature, detalha como a equipe de pesquisa alcançou o que parecia impossível: aplicar ferramentas avançadas de edição genética a essas mariposas com uma precisão sem precedentes. E eu sei que isso é muito importante, já que o uso de insetos para modelar doenças humanas tem limitações, mas esta equipe combinou duas técnicas essenciais.

As técnicas

O primeiro é o sistema PiggyBac, que permite a inserção de genes que produzem proteínas fluorescentes nessas mariposas, transformando-as essencialmente de larvas em "luzes de néon" biológicas. Dessa forma, se bactérias ou fungos forem injetados, a fluorescência permite monitorar a infecção in vivo sob um microscópio.

Além ...

Veja mais

Matérias relacionadas

Não foi por inovação, foi por preguiça: a origem 'bizarra' da tecnologia que mudou a TV e que usamos todos os dias

Ciência comprova: o "novo cigarro" não são os celulares, e sim os ultraprocessados

O "segredo" da água com gás na luta para perder peso

China não espera por ninguém: o Long March-10 passa em teste decisivo e valida sistema de escape para missão lunar de 2030

Se você acorda ansioso depois de beber, não é coisa da sua cabeça: a ciência explica o efeito rebote que ataca seu sistema nervoso

Xataka
Compartilhar
Publicidade

Conheça nossos produtos

Seu Terra












Publicidade