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A China trava uma guerra contra o Deserto de Taklamakan desde 1978; e agora provocou algo sem precedentes

Árvores ao redor de um deserto na China começaram a gerar um déficit de carbono

18 fev 2026 - 12h44
(atualizado em 18/2/2026 às 10h20)
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Foto: Xataka

Durante décadas, o Deserto de Taklamakan, na região de Xinjiang, na China, teve um apelido bastante revelador: "o mar da morte". E não é para menos, já que é o segundo maior deserto de dunas móveis do mundo e um lugar de onde, historicamente, quem entra raramente sai. Mas, diante desse grande problema de areia para as áreas circundantes, a China decidiu encontrar uma solução.

A solução

Desde 1978, a China trava uma guerra de engenharia ecológica contra a areia com uma arma muito específica: o Programa de Proteção das Três Regiões Norte, mais conhecido como a Grande Muralha Verde. Um nome que parece saído de "Game of Thrones", mas cujo objetivo é impedir a erosão e as tempestades de areia.

Mas um novo e amplo estudo publicado na PNAS acaba de revelar um efeito colateral inesperado e monumental: a intervenção humana transformou as margens de um dos lugares mais secos da Terra em um sumidouro ativo de carbono.

Os dados

O estudo se concentrou em 25 anos de dados obtidos por meio de trabalho de campo e imagens de satélite. O que a equipe descobriu nas bordas do Deserto de Taklamakan foi o que eles chamam de "zona fria" de dióxido de carbono. Isso significa que, em áreas reflorestadas, a concentração de CO₂ é entre 1 e 2 partes por milhão menor do que no ambiente circundante. E embora isso possa parecer insignificante, em termos climatológicos, é enorme.

A tendência, neste caso, é bastante clara, já que a cobertura vegetal está aumentando a cada ano, e também há uma tendência do solo e ...

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