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Senador republicano Lindsey Graham, aliado de Trump, morre aos 71 anos

Parlamentar da Carolina do Sul foi um dos principais aliados do presidente Donald Trump no Congresso e defensor de uma política externa mais dura em relação ao Irã e de apoio a Israel

12 jul 2026 - 08h01
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O senador republicano Lindsey Graham, um dos principais aliados do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, morreu neste sábado, 11, aos 71 anos, em decorrência de uma "breve e repentina doença", informou seu gabinete.

"Na noite de sábado, 11 de julho, o senador dos Estados Unidos Lindsey Graham faleceu em decorrência de uma breve e repentina doença", afirmou o gabinete do parlamentar da Carolina do Sul em comunicado divulgado na rede social X.

Segundo a nota, a família agradeceu as manifestações de apoio e pediu privacidade "neste momento extremamente difícil".

Graham iniciou sua trajetória no Congresso em 1994, quando foi eleito para a Câmara dos Representantes. Em 2002, conquistou uma cadeira no Senado, para a qual foi reeleito em 2008, 2014 e 2020. Atualmente, presidia a Comissão de Orçamento da Casa.

O presidente dos EUA, Donald Trump, e o senador Lindsey Graham, que faleceu aos 71 anos
O presidente dos EUA, Donald Trump, e o senador Lindsey Graham, que faleceu aos 71 anos
Foto: Reprodução/Instagram

Ao longo de sua carreira, tornou-se uma das vozes mais influentes do Partido Republicano em temas de política externa. Embora tenha sido crítico de Trump durante as prévias republicanas de 2016, aproximou-se do presidente após sua eleição e passou a integrar seu círculo de aliados mais próximos no Senado.

Defensor de uma linha dura contra o Irã e forte apoiador de Israel, Graham ganhou destaque nos últimos anos por defender o aumento da pressão militar e diplomática sobre Teerã.

O governador da Carolina do Sul, Henry McMaster, prestou homenagem ao senador, chamando-o de "insubstituível".

"O mais combativo defensor da Carolina do Sul e dos Estados Unidos — e um amigo leal e constante", escreveu McMaster no X.

O presidente de Israel, Isaac Herzog, afirmou ter recebido a notícia da morte com "choque e profunda tristeza".

"Graham era um exemplo de clareza moral e um verdadeiro líder da parceria entre Estados Unidos e Israel", escreveu Herzog. "Nunca esqueceremos como esteve ao lado do povo de Israel em nossos momentos mais difíceis. O povo de Israel lamenta sua perda, e eu sentirei profundamente a falta do meu grande amigo."/com AFP

Estadão
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