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Juiz dos EUA rejeita anular condenação de Ghislaine Maxwell por auxílio a Jeffrey Epstein

25 ago 2026 - 11h13
(atualizado às 11h22)
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Resumo
Um juiz federal dos EUA rejeitou o pedido de Ghislaine Maxwell para anular sua condenação e a pena de 20 anos de prisão por ajudar Jeffrey Epstein a abusar sexualmente de adolescentes. Defendendo a si mesma, Maxwell alegou violação do devido processo legal com base em documentos recentes. Contudo, a Justiça considerou os argumentos infundados e frívolos, determinando que as supostas novas provas são irrelevantes para alterar a sentença proferida em 2021.

‌Um juiz dos EUA rejeitou pedido de Ghislaine Maxwell para anular sua condenação e a pena de 20 anos de prisão ⁠por ter ajudado o falecido ‌financista Jeffrey Epstein a abusar sexualmente de adolescentes.

Em uma decisão ‌divulgada nesta terça-feira, ‌o juiz federal Paul ⁠Engelmayer afirmou que as alegações de Maxwell eram todas infundadas e que todas, ou quase todas, eram frívolas.

Maxwell, de 64 anos, ‌que atuou como sua própria ‌defensora, contestou ⁠sua ⁠condenação e sentença de dezembro de 2021 ⁠no ‌tribunal federal de ‌Manhattan e solicitou um habeas corpus para declarar sua pena ilegal.

Os promotores afirmaram que suas ⁠últimas alegações eram infundadas ou foram apresentadas tarde demais.

Maxwell afirmou que muitos documentos divulgados no início ‌deste ano por meio da Lei de Transparência dos Arquivos de ⁠Epstein mostram que seus direitos ao devido processo legal foram violados, pois os advogados que representavam as acusadoras de Epstein atuaram como "promotores de facto e agentes do governo".

Mas o juiz afirmou que essas supostas "novas" provas eram, em grande parte, irrelevantes para o caso de Maxwell.

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