Juiz dos EUA rejeita anular condenação de Ghislaine Maxwell por auxílio a Jeffrey Epstein
Um juiz federal dos EUA rejeitou o pedido de Ghislaine Maxwell para anular sua condenação e a pena de 20 anos de prisão por ajudar Jeffrey Epstein a abusar sexualmente de adolescentes. Defendendo a si mesma, Maxwell alegou violação do devido processo legal com base em documentos recentes. Contudo, a Justiça considerou os argumentos infundados e frívolos, determinando que as supostas novas provas são irrelevantes para alterar a sentença proferida em 2021.
Um juiz dos EUA rejeitou pedido de Ghislaine Maxwell para anular sua condenação e a pena de 20 anos de prisão por ter ajudado o falecido financista Jeffrey Epstein a abusar sexualmente de adolescentes.
Em uma decisão divulgada nesta terça-feira, o juiz federal Paul Engelmayer afirmou que as alegações de Maxwell eram todas infundadas e que todas, ou quase todas, eram frívolas.
Maxwell, de 64 anos, que atuou como sua própria defensora, contestou sua condenação e sentença de dezembro de 2021 no tribunal federal de Manhattan e solicitou um habeas corpus para declarar sua pena ilegal.
Os promotores afirmaram que suas últimas alegações eram infundadas ou foram apresentadas tarde demais.
Maxwell afirmou que muitos documentos divulgados no início deste ano por meio da Lei de Transparência dos Arquivos de Epstein mostram que seus direitos ao devido processo legal foram violados, pois os advogados que representavam as acusadoras de Epstein atuaram como "promotores de facto e agentes do governo".
Mas o juiz afirmou que essas supostas "novas" provas eram, em grande parte, irrelevantes para o caso de Maxwell.
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