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Ban Ki-moon condena 'uso excessivo da força' no Egito

17 ago 2013
20h49
atualizado às 21h37
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O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, disse neste sábado que está alarmado com o "uso excessivo da força" no Egito e pediu o fim das manifestações de protesto. Ban Ki-moon "condenou fortemente os ataques a igrejas, hospitais e outros edifícios públicos, que considerou inaceitáveis", disse seu porta-voz em um comunicado.

"Não há justificativa alguma para que destruam infraestruturas e propriedades tão necessárias para o futuro do País", acrescentou. Ban Ki-moon "pediu aos manifestantes e às autoridades" que detenham a escalada e pediu "às autoridades e aos líderes políticos que adotem um plano crível para conter a violência e retomar o processo político".

Hoje, a polícia egípcia expulsou de uma mesquita do Cairo manifestantes da oposição islamita que se refugiaram no local dos confrontos.

Reino Unido condena ataques a mesquitas e igrejas

O ministro britânico das Relações Exteriores, William Hague, também condenou neste sábado a violência no Egito - da polícia e dos manifestantes - e denunciou os "inaceitáveis" ataques a mesquitas e igrejas. Os comentários de Hague foram feitos hoje durante a conversa por telefone com o chanceler egípcio, Nabil Fahmy, acrescentou o Ministério, em um comunicado.

Hague e Fahmy discutiram "sobre a violência trágica e sobre as mortes desses últimos dias", declarou uma porta-voz. Segundo ela, Hague "ressaltou a condenação britânica de todos os atos de violência, seja o uso desproporcional da força pelas forças da ordem, sejam as ações violentas de alguns manifestantes".

Os dois ministros também falaram dos recentes ataques aos locais de culto. Hague "destacou que os ataques contra as mesquitas e as igrejas são inaceitáveis e que os locais de culto devem ser protegidos".

 

AFP Todos os direitos de reprodução e representação reservados. 
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