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Israel bombardeia instalações nucleares no Irã e mata dois dos principais chefes militares do país

13 jun 2025 - 10h44
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Durante a madrugada desta sexta-feira (13), com horário local correspondente à noite de quinta (12 no Brasil), Israel lançou um ataque de precisão contra infraestruturas nucleares iranianas. A escalada ocorreu após intensos alertas entre os dois países.

Imagens que circulam nas redes sociais mostram fumaça em Teerã
Imagens que circulam nas redes sociais mostram fumaça em Teerã
Foto: Reprodução / Perfil Brasil

O bombardeio resultou na morte de dois dos principais comandantes militares do Irã: Hossein Salami, líder da Guarda Revolucionária, e Mohammad Bagheri, comandante das Forças Armadas. Além deles, dois cientistas nucleares também perderam a vida.

O impacto provocou reações enfáticas em Teerã. O país classificou o ataque como uma "declaração de guerra". Em uma carta dirigida à ONU, o ministro das Relações Exteriores, Abbas Araghchi, exigiu que "trate imediatamente dessa questão".

Israel e Irã aumentam tensão; quais os riscos da escalada?

Mais tarde, Israel relatou que o Irã retaliou com um ataque de mais de 100 drones em direção ao território israelense. As autoridades israelenses aconselharam a população a se abrigar e evitar espaços abertos.

O então presidente norte-americano, Donald Trump, instou o Irã a retomar negociações sobre o acordo nuclear "antes que não sobre mais nada".

Na própria sexta-feira, Israel promoveu novos bombardeios. A mídia estatal iraniana informou que uma usina em Natanz — considerada "o coração do programa de enriquecimento" de urânio — foi alvo, assim como um aeroporto militar em Tabriz.

Intensificação dos ataques

Pouco depois do início das operações, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, divulgou um vídeo onde afirmou: "Estamos em um momento decisivo na história de Israel." Ele ressaltou que o alvo central era Natanz e declarou que os ataques seguiriam "por quantos dias forem necessários".

O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou que os Estados Unidos não estiveram envolvidos diretamente na ação.

Comunicados oficiais de Israel apontaram que o Irã estaria à beira de possuir urânio suficiente para fabricar ogivas nucleares. Uma nota da embaixada de Israel no Brasil descreveu o Irã como o "principal patrocinador do terrorismo global".

Em resposta, o governo iraniano anunciou que Israel e EUA "vão pagar caro". O líder supremo, Ali Khamenei, advertiu que Israel enfrentaria um "destino amargo".

Perfil Brasil
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