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Em balanço do mandato, Trump critica Otan e celebra ação na Venezuela

Republicano declarou que Caracas 'está colaborando bem' com Washington

20 jan 2026 - 17h58
(atualizado às 18h11)
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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, celebrou um ano desde seu retorno à Casa Branca com um longo discurso no qual abordou as principais ações de seu governo no período, como a captura de Nicolás Maduro e as recentes tensões envolvendo a Groenlândia.

Republicano declarou que Caracas 'está colaborando bem' com Washington
Republicano declarou que Caracas 'está colaborando bem' com Washington
Foto: ANSA / Ansa - Brasil

Após exibir diversas fotos de imigrantes em situação irregular detidos pelo Serviço de Imigração e Alfândega dos EUA (ICE) no estado de Minnesota, o republicano direcionou sua fala aos acontecimentos recentes em Caracas. Na visão do mandatário, a nação sul-americana "está colaborando bem" com Washington, além de ter feito elogios à líder opositora María Corina Machado.

"Empresas americanas de energia estão prontas para fazer investimentos maciços no país, que tem mais petróleo do que a Arábia Saudita. Talvez possamos envolvê-lo de alguma forma. Eu adoraria poder fazer isso", disse Trump.

O magnata acrescentou que seu governo reduziu o tráfico internacional de drogas por via marítima e defendeu a recente operação militar em solo venezuelano, além de ter chamado Maduro de "ditador fora da lei".

"Nós capturamos e levamos à Justiça o ditador fora da lei da Venezuela, Nicolás Maduro, que, por meio das drogas, matou milhões de pessoas no nosso país", afirmou.

Trump também criticou a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) e garantiu que fez mais pela aliança militar "do que qualquer outra pessoa viva ou morta". Segundo ele, o grupo "não é muito forte" sem a presença dos EUA.

Em relação às crescentes ameaças à Groenlândia, Trump se esquivou de responder até onde estaria disposto a ir para comprar a ilha ártica ao ser questionado por jornalistas. "Vocês vão descobrir", declarou.

O republicano classificou os manifestantes contrários às ações do ICE como "agitadores profissionais", mas amenizou o tom ao admitir que a agência "às vezes comete erros".

"Às vezes, eles são muito severos, mas estão lidando com pessoas difíceis. Fiquei devastado com a morte daquela jovem mulher. Foi uma tragédia, uma coisa horrível", disse Trump, ao mencionar a descoberta de que os pais de Renee Good, assassinada por um agente, são seus apoiadores. .

Ansa - Brasil
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