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Variante Delta está se tornando dominante no mundo, diz OMS

Reino Unido, Alemanha e Rússia já relatam um crescimento acentuado de infecções da nova cepa, identificada primeiramente na Índia

18 jun 2021 15h51
| atualizado às 16h33
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Cientista da OMS Soumya Swaminathan 
 3/7/2020   Fabrice Coffrini/Pool via REUTERS
Cientista da OMS Soumya Swaminathan 3/7/2020 Fabrice Coffrini/Pool via REUTERS
Foto: Reuters

A variante Delta da covid-19, identificada primeiramente na Índia, está se tornando a variante dominante em todo o mundo, disse a cientista-chefe da Organização Mundial da Saúde (OMS) nesta sexta-feira, 18.

Soumya Swaminathan também expressou decepção com o fracasso da candidata a vacina da CureVac em um teste de padrão de eficácia da OMS, em particular agora que variantes altamente transmissíveis aumentam a necessidade de vacinas novas eficazes.

O Reino Unido relata um crescimento acentuado de infecções da variante Delta, e a principal autoridade de saúde pública da Alemanha previu que ela se tornará a variante dominante rapidamente em seu país, apesar das taxas de vacinação crescentes.

O Kremlin atribuiu uma disparada de casos de covid-19 à relutância a tomar vacinas e ao "niilismo" depois que um recorde de infecções novas em Moscou, a maioria resultante da variante Delta, provocou o temor de uma terceira onda.

"A variante Delta está bem encaminhada para se tornar a variante dominante globalmente por causa de sua maior transmissibilidade", explicou Swaminathan em uma coletiva de imprensa.

As variantes do coronavírus foram citadas pela CureVac quando a empresa alemã relatou nesta semana que sua vacina só se mostrou 47% eficaz na prevenção da doença, abaixo do padrão de 50% da OMS.

A empresa disse ter documentado ao menos 13 variantes circulando na população que estudou.

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